Librianos

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Com raras exceções, as pessoas que mais gosto são librianas. Então, setembro e outubro são meses com muitos aniversários especiais. Das amigas queridas, que me aguentam há anos, e do meu amado, que me ama sem eu saber o porquê. Mas sei bem que essas pessoas apareceram na minha vida por sorte ou acaso - e sou privilegiada por tê-las ao meu redor!

Acredito que pessoas entram na nossa vida quase sem querer, mas permanecem por escolha e dedicação. É por isso que devemos abraçar as surpresas - o que é nosso sempre nos encontra e cabe a nós nos empenhar para fazer dar certo. Agora não tem mais jeito, esses librianos vão ter que me aturar para o resto da vida! ;)


La gente que me gusta

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Me gusta la gente que vibra, que no hay que empujarla, que no hay que decirle que haga las cosas, sino que sabe lo que hay que hacer y que lo hace en menos tiempo de lo esperado.
Me gusta la gente con capacidad para medir las consecuencias de sus acciones, la gente que no deja las soluciones al azar.
Me gusta la gente estricta con su gente y consigo misma, pero que no pierda de vista que somos humanos y nos podemos equivocar.
Me gusta la gente que piensa que el trabajo en equipo, entre amigos, produce más que los caóticos esfuerzos individuales.
Me gusta la gente que sabe la importancia de la alegría.
Me gusta la gente sincera y franca, capaz de oponerse con argumentos serenos y razonables.
Me gusta la gente de criterio, la que no se avergüenza de reconocer que no sabe algo o que se equivocó.
Me gusta la gente que al aceptar sus errores, se esfuerza genuinamente por no volver a cometerlos.
Me gusta la gente capaz de criticarme constructivamente y de frente; a éstos los llamo mis amigos.
Me gusta la gente fiel y persistente, que no fallece cuando de alcanzar objetivos e ideas se trata.
Me gusta la gente que trabaja por resultados.
Con gente como esa, me comprometo a lo que sea, ya que con haber tenido esa gente a mi lado me doy por bien retribuido.

Mario Benedetti

Bite the bullet

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Parece auto-ajuda, mas realmente estou tentando incorporar a filosofia do "bite the bullet": engula e faça; pare de chorar; o tempo que a gente passa chorando é o tempo que a gente resolve o problema.

E parar de pensar também "mas e se isso não der certo?". Se você acredita no processo e no resultado, tudo dá certo. Só precisamos ter a vontade de ir até o final, sem desculpinhas ou medo de ultrapassar limites - pela dedicação e pelo trabalho duro, com a direção e a metodologia correta, chegamos lá :) Podemos até alcançar mais do que éramos capazes de imaginar!

Impressionismo

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The Impressionist painters of the nineteenth century had an implicit philosophy of transience that points us in a wiser direction. They accepted the transience of happiness as an inherent feature of existence and could in turn help us to grow more at peace with it. Sisley’s painting of a winter scene in France focuses on a set of attractive but utterly fugitive things. Towards dusk, the sun nearly breaks through the landscape. For a little time, the glow of the sky makes the bare branches less severe. The snow and the grey walls have a quiet harmony; the cold seems manageable, almost exciting. In a few minutes, night will close in.

Impressionism is interested in the fact that the things we love most change, are only around a very short time and then disappear. It celebrates the sort of happiness that lasts a few minutes, rather than years. In this painting, the sky is beautiful at this moment, but it is about to go dark. This style of art cultivates a skill that extends far beyond art itself: a skill at accepting and attending to short-lived moments of satisfaction.

The peaks of life tend to be brief. With the Impressionists to guide us, we should be ready to appreciate isolated moments of everyday paradise whenever they come our way.
"The Unbearable Lightness of Being": And therein lies the whole of man's plight. Human time does not turn in a circle; it runs ahead in a straight line. That is why man cannot be happy: happiness is the longing for repetition. Happiness lies in repetition; repetition is at the heart of eternal return; eternal return is what gives lives weight. Because humans don't experience things circularly, events are not repeated for us, which means they don't gather weight, which means they are light – unbearably so. Hence… the unbearable lightness of being. Kundera began his novel with a premise stated right there in his title: life is light, and is unbearable because of it. And it's not until the end of the novel that he concludes his arguments as to why that is.