Retrospectiva 2009

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Uma retrospectiva um tanto demorada, mas na proporção de intensidade do ano de 2009: cheio de experiências novas, prósperas e construtivas! Grandes oportunidades e encontros de vida, além de agenda cheia! Realizei muitas coisas em 2009 e sou muito contente com isso! ;D


Na verdade, seguindo os parâmetros de realização da minha agenda, lá está escrito que com felicidade, amor e saúde, estaria em equilíbrio com meu bem-estar, empenho e dedicação, e assim estaria no caminho da realização, do sucesso e de prosperidade. ;)

Incrivelmente, todas as metas de 2009 foram concretizadas, e as melhores foram as relacionadas ao crescimento pessoal, aprendizado e amadurecimento.

Sei que todo ano devo repetir isso, porque é um caminho infinito - expandir concepções de mundo e visões de vida.


Quanto ao blog - 2009 foi um ano de muitas transformações. O blog está lindo, lindo, graças ao meu belo namorado perfeccionista. Assim, cuidamos melhor do blog e foi um ano de inúmeros contos e escritos! Fico muito feliz com isso! ;D

São pequenos relatos dos instantes da minha vida e são muito importantes para mim, só para que fiquem ideias registradas (e por isso posto de acordo com a cronologia do inicio da ideia, não com a data de finalização).


E ah, um dos pontos mais importantes, aproveitar a vida!!! 2009 foi repleto de muitas viagens maravilhosas e ótimos passeios. E essa foto representa o que almejo hoje e sempre, que tentei manter em cada momento de 2009 e pretendo prosseguir em 2010.

2009 valeu muito a pena, mas, espero que 2010 surpreenda ainda mais! ;)

E, eis um video que demonstra a importância de retrospectivas:

Once in a Blue Moon

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Magical things happen once upon a blue Moon. And this Thursday we get a chance to find out just what those magical things as we watch the rare lunar event coincide with all the beautiful fireworks of New Years Eve.

Blue Moon is the term applied to the second full Moon in a calendar month. It's an event that occurs roughly every two and a half years. This Thursday’s blue Moon is far rarer than that though, because it’s happening right on New Years Eve—a coincidence that happens only about once in every twenty years.

So, between sharing New Years kisses this year, take a look at the Moon, because she’ll be at her most beautiful.

"Once in a Blue Moon ... is a common way of saying not very often, but what exactly is a Blue Moon?"

Em 1990, houve um interesse momentâneo da imprensa paulista sobre a ocorrência de duas fases de lua cheia no mês de dezembro daquele ano. O autor deste texto foi solicitado mais de uma dezena de vezes a comentar o fato. Falou-se muito, na ocasião, sobre a "lua azul" - uma tradução literal da expressão em inglês. Pelo destaque que foi dado repentinamente ao assunto pode ter parecido a muitas pessoas que a ocorrência de duas luas cheias em um determinado mês se constituiria em um fato raro, ainda mais, como alguns chegaram a supor erroneamente, que a lua apareceria "azulada"! Entretanto, esta situação se dá com relativa freqüência: em um período de 19 anos, há 8 duplas luas cheias.

Bem, eu ainda continuo achando que é um fato raro, ainda mais com nossa
oportunidade de terminar 2009 e começar 2010 com um evento tão singular! ;)

Uma noite de lua cheia já é maravilhosa, duas no mesmo mês então...! Observemos a especial lua cheia na virada do ano! ;D

ps. Agora eu realmente entendi o por quê da expressão "Once in a blue moon"!

Stars

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Seen in the streets of cities, how great they are! If the stars should appear one night in a thousand years, how would men believe and adore; and preserve for many generations the remembrance of the city of God which had been shown! But every night come out these envoys of beauty, and light the universe with their admonishing smile.
Nature by Ralph Waldo Emerson

What are the stars?

Natal

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Meu sonho de natal sempre foi decorar um pinheiro de verdade e vivo (não acho o ideal cortar um para colocar dentro de casa como enfeite). Minha vizinha tinha um no jardim dela, ele enorme, enorme - e esse era o problema dele - mas acho que essa minha vontade impossível de transformá-lo em uma árvore de natal é que me trouxe esse desejo reprimido ;P

Uma outra coisa que adoro demais nesses dias é a beleza das luzes enfeitando a noite. Tudo fica tão mais belo!


Além disso, o natal parece que me pegou de surpresa esse ano. O ano passou tão rápido que nem acredito que 'já é natal'. E essa expressão nos remete ao tempo bom de fim de ano e confraternizações, o que é um fator que me deixa mais feliz com a chegada do natal. Imagino que não apenas eu fico feliz com isso, porque o humor das pessoas realmente se torna mais agradável ao fim do ano, e seria tão bom se conseguíssemos perpetuar isso para o ano todo...

Antigamente eu valorizava muito o ritual de montar uma bela árvore de Natal e acho que ainda continuo gostando muito disso, só não tive as condições ideais para fazer propriamente isso, neste ano. Entretanto, desde pequenininha, um dos motivos de eu me empolgar tanto com natal era ter uma árvore linda, era tão boa a vibração de se arrumar a árvore, uma ótima alegria!


As férias

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Considero que as férias são a paz da mente. Momento em que podemos descansar e estarmos leve com a vida. Sem as preocupações do cotidiano e as obrigações que nos pressionam. Nem por isso as férias são menos corridas: Nas férias queremos compensar tudo que não pudemos fazer antes e assim, existem milhares de desejos a se realizar. Ou seja, mais uma vezes se torna "So much to do, so little time", claro que de uma maneira muito agradável.

Penso que o tempo parece rarefeito justamente por não se precisar preocupar com este, afinal, o tempo está livre, sem planejamentos e afins. Dessa maneira, perdemos as delimitações temporais: O tempo não rende nas férias porque o espírito de férias não se preocupa em criar tempo. Muito menos se preocupa em seguir as tarefas (mesmo que agradáveis) que geralmente temos no dia-a-dia e que, nas férias, elas já não tem a mesma conotação e adoramos contrariá-las. Assim, as férias se tornam tempo 'de fazer nada' ou 'estar à toa', seja pelo bem ou pelo mal, consciente ou inconscientemente.

Importante é saber aproveitar o tempo livre. Saber usufruir o 'tempo à toa' da melhor maneira possível, em prol de seu bem-estar ;)

"Hopenhagen" - COP 15

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United Nations Climate Change Conference foi um momento onde depositamos várias esperanças em ações milagrosas. Esperança significa expectativa de um bem que se deseja, e o desejo expresso em vontade é essencial para a concretização de algo.

Entretanto, a grande expectativa em uma grande mudança sempre gera decepção e existem indivíduos que não conseguem analisar a situação de que pequenos passos já são grandes iniciativas para uma transformação positiva. Esperávamos muito mais da conferência, mas tivemos avanços e progressos que precisam ser valorizados.

Copenhagen was more than the accord

Many are disappointed with COP15's main output. However, the summit did not only introduce the Copenhagen Accord but also a new kind of dynamics in global climate policy.

Looking across the world’s leading media, enthusiasm for the Copenhagen Accord is scarce. Yet, some analysts choose to focus beyond the new deal itself.

"The very struggle to reach agreement at Copenhagen (…) demonstrates that climate policy has finally come of age. The negotiations at Copenhagen were so contentious because of the very real impact the proposals will have, not only for the environment, but also on national economies. China and the US played hardball – and sent heads of government to do the talking – precisely because they had something to lose. The onset of a kind of climate realpolitik, which eschews hot air for real action, is a sign that global climate talks have moved beyond symbolic rhetoric," writes TIME.

"The top leaders were taking Copenhagen seriously as their deadline and delivered beforehand. Had Obama not been due to attend, I doubt whether the US would have begun committing on long-term finance – which is historical. Had Lula not been due to attend, Brazil would hardly have raised its level of ambitions. Had Wen not been due to attend, China would probably not have opened to some level of international insight as to what it is doing – which actually is a globally politically significant admission." (...)

A frequent media observation is that especially four emerging economies – Brazil, South Africa, India and China, constituting the informal BASIC group – unlike at earlier UN conferences played an absolute key role in Copenhagen. (...)

Again according to TIME, "if Copenhagen was tough, Mexico City (COP16 in December 2010) will be a lot more so, because there, countries will be tasked with filling in details sketched in the Copenhagen Accord" – but, as the toughness of the negotiations only demonstrate that climate policy has moved beyond hot air into economic reality – "It's going to get harder, and that's a good thing".
Gostaria de expor o discurso de nosso presidente que representou com muita categoria e louvor a presença brasileira na questão ambiental e não apenas esta isolada, e sim envolvida com todos os outros fatores que está interligada. O discurso político improvisado demonstra a sinceridade/honestidade, como a grande capacidade de Lula para negociar, de maneira muito bem articulada.


É necessário conscientizarmos de que tais questões necessitam ser tratadas com mais rigor, sabendo que o futuro da humanidade não deveria ser uma barganha. A questão do meio ambiente é intimamente ligada ao lado econômico, com o sistema atual de produção e de consumo, implicando o sacrifício da natureza e o modelo de desigualdades sociais. Para sermos superiores a tais questões, é preciso um olhar fraterno ao mundo e a cada ser humano que vive nele. A cooperação não é uma virtude qualquer e sim um elemento que precisamos trabalhar muito em cima para adquirirmos e, portanto, resolvermos diversos problemas.

Segue abaixo o documento oficial do acordo da conferência, vale a leitura para ficarmos cientes de sua relevância. Cabe a cada Estado ser responsável consigo próprio e com sua população, em prol do mundial. É cumprir os requisitos e não apenas deixar ser um acordo internacional qualquer sem valor. Presidente Obama cita, em um de seus discursos, que essa disposição de cada país fazer valer e tornar o tratado internacional legal e efetivo em seu território é o que transformará nossa concepção de validade internacional e concretizará nossos ideais compartilhados no mundo.

A great dinner

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I always wanted to make a dinner for my boyfriend, but actually, his is the one who always cooks for me. Therefore, I learn a lot with his passion to cook and with his savor to prepare a tasty food every time.

Due to that, now I'm feeling confident to cook as well and help him in order to make a great dinner together! :)

I don’t have any housewife's aspiration, although I want to learn to cook well for me and also to make others happy and proud of my cooking skills. ;)


See more progress on: Learn to cook

Mozart, eu e o piano

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O piano me deslumbra pela sua sonoridade e Mozart é um dos compositores que mais me encanta com isso.
Mozart não só faz soar cada instrumento clara e distintamente, mas também combina os instrumentos de diversas maneiras possíveis, criando efeitos sonoros estupendos. Uma delícia para os ouvidos.

A Sexta Sonata - em Ré Maior, K284 - chamada Sonata Dürnitz por ter sido dedicada a um certo Barão Dürnitz que Mozart conheceu em Munique, está escrita num estilo inconfundivelmente pianístico, e não funcionaria bem em nenhum outro instrumento. O terceiro movimento é um tema com doze variações que contém passagens que ganham um realce extraordinário com o uso do pedal, pela primeira vez numa sonata de Mozart.

A Sonata em Dó Maior, K309, é ainda mais marcantemente pianística do que a anterior. Ela abre com poderosos acordes que produzem um efeito de eco, parecendo anunciar o despertar de uma nova era. Ela foi composta em Mannheim em outubro e novembro de 1777, onde parece que Mozart entrou em contato com um novo instrumento de fabricação Stein, cujas possibilidades sonoras o fascinaram. Esta sonata foi dedicada a uma aluna de Mozart, Rosa Cannabich. Esta e a anterior estão entre as primeiras peças da história da música escritas especificamente para piano.

O segundo movimento, um minueto, abre com o mesmo tema que dá início à sonata K309, mas que Mozart desenvolve de maneira totalmente diferente. Aqui, o gênio de Mozart se manifesta da maneira mais patente: como pode uma mesma idéia musical dar origem a duas coisas tão diferentes? Mas a maior razão da fama desta sonata está no célebre final alla turca, uma peça que nunca deixa de deleitar os ouvintes ou excitar os virtuoses.
Esse é o elemento mais belo das sonatas de Mozart, (tive a sorte :DD de encontrar um livro pela internet com todas as partituras) ao mesmo tempo que são interligadas, são únicas e maravilhosas em seu estilo. E o estilo de Mozart é uma das coisas que mais me atrai - inclusive a possibilidade do intérprete se apoderar da música e "sentir-se dono do piano", imprimir o ritmo desejado e enfim.

Bem, sou suspeita para falar. É o que eu gosto de tocar. :)

Brasil x Ideal Republicano, Democrático e Representativo

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O texto 'República em crise', apresentado pela Transparência Capixaba, mostra uma perspectiva interessante sobre as "situações inusitadas" da política brasileira:

"A crise, apesar de grave e profunda - quando agentes políticos, dos mais variados órgãos e poderes, são constantemente assolados por denúncias de comportamento ímprobo e corrupto, quando os quadros políticos dirigentes envolvidos em esquemas tão espúrios de arrecadação e distribuição de recursos, com inúmeros outros partidos participando desses esquemas, quando as medidas de punição se perdem no tempo ou até mesmo não ocorrem... - não deve servir para aqueles que buscam desacreditar o sonho republicano e democrático e nos colocar numa posição de pessimismo conformista.

Muitos cidadãos, nessa hora, como afirmou Rui Barbosa, “De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto”.

Existem saídas. Não são fáceis, nem rápidas ou individuais. Demandam planejamento, integração, ação e mobilização coletiva e social.

Uma questão fundamental é a punição. A impunidade tem duplo e péssimo efeito. Por um lado cria a situação para que a “cultura do conformismo” se propague com cada vez mais força e, por outro, estimula o cometimento de novos e novos crimes de corrupção e improbidade administrativa.(...)

O terceiro ponto é a necessidade de integrarmos os órgãos de combate à corrupção. Juntos Receita Federal, Polícia Federal, ministérios públicos e outros podem fazer mais e melhor do que hoje fazem. A interação deve se dar em todos os aspectos cotidianos do trabalho. Desde as operações até o compartilhamento de informações e estratégias. Um quarto aspecto é um trabalho de educação, em especial junto às crianças e jovens, em defesa de princípios cidadãos, éticos e morais.

Parece-nos, ainda, claro que devemos investir cada vez mais num trabalho de prevenção. Impedir a corrupção de crescer e prosperar é economizar milhões de reais aos contribuintes brasileiros. Insistir apenas no processo de repressão – que é, evidentemente, necessário, mas insuficiente – é algo que nos mantêm apenas “enxugando gelo”. A recuperação dos ativos desviados é algo, ainda, muito pequeno em relação aos montantes desviados, até pela dificuldade da legislação internacional.

Tudo isso, no entanto, tem um preço: a mobilização da sociedade. O sistema político, a mim isso é de uma evidência cristalina, por mais que tenha entre seus constituintes pessoas de valor, não tem, como coletivo que é, capacidade para engendrar as mudanças necessárias.

Votar, com essa preocupação, parece um bom caminho, mas não é suficiente. Se a sociedade não sair do seu estado de alienação e de interesses pessoais a solução poderá, claro, vir um dia, mas será mais lenta, penosa e difícil. Criar e multiplicar as organizações e mobilizações populares que busquem, cotidianamente, combater a corrupção, lutar pela transparência pública, pelo efetivo e eficiente controle social e a ampla participação popular é o caminho para os democratas e republicanos.
Como disse, certa vez, o então primeiro-ministro britânico Benjamin Disraeli “o momento exige que os homens de bem tenham a audácia dos canalhas”.

Eric Hobsbawm, brilhante historiador inglês, completa a ideia, ao afirmar, em sua autobiografia, que “mesmo em tempos insatisfatórios. A injustiça social ainda precisa ser denunciada e combatida. O mundo não vai melhorar sozinho”.

Creio que existe uma relação de responsabilidade social para com o ideal republicano, primeiramente pois: "O ponto é que o regime republicano implica que aqueles que estejam em cargos de autoridade sejam ainda mais responsáveis com o que fazem e dizem (...) os políticos no Brasil estão a anos luz de saber o que implica “ser uma república” ou, menos ainda, o que seria agir com responsabilidade, mesmo que nos padrões esperados de um cidadão comum", bem como que essa responsabilidade deve partir do povo, de cada cidadão que precisa ser consciente dos deveres de sua cidadania.

Uma das experiências mais curiosas sobre a consciência de "coisa pública", por exemplo, é na Universidade Federal. Vivencio muito a infeliz falta de consciência das pessoas acerca de considerar como a universidade como "algo de ninguém", ao invés de "algo de todos". E sem essa mínima distinção, tanto se perde...

O mesmo acontece o conceito de governo. Acho surreal como as pessoas veem o governo como algo distante delas, e não como parte dele. Afinal, "O Estado somos nós". E somos nós que devemos, partindo de conhecimento e consciência, nos mobilizarmos para as transformações que precisamos ver na realidade. A política no Brasil não pode ser um grande coletivo e legitimado exemplo de ignorância em ação.

O conceito de República é algo intimamente próximo as virtudes democráticas e é fundamental que cada um dos cidadãos brasileiros, consciente dos seus direitos, possa atuar de modo que a democracia representativa e participativa, consagrada na Constituição Federal, torne-se cada vez mais realidade para toda a sociedade, como é dito aqui.

The Piano

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Pure beauty it is
Grand, magnanimous
The Piano
Your focus it demands
As silently it stands
In deep shadow
Its draws you to its side
Teases you to gentle glide
Light on its keys
Fingertips and ivory meet
Sending a soft note echoing sweet
Play on, it pleas
You search for a familiar place
An invisible route your fingers trace
Then with perfect key, perfect pace
The music flows
But there’s something of this setting
Interesting feelings that your getting
Memories, the music is amplifying
A mental retriever
As if this piano is giving to you
The times you shared, the things you knew
With family, friends, and loved ones true
With each note, you remember
(...) You wish they’d last forever
(...) The piano keeps playing, the memories won’t end
Your life is for living, so every chance spend
To enjoy … touch, taste, smell, or make a new friend
Life, make it worth.
I wish you happiness till it’s done.

Reverência ao Destino

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"Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que expressem sua opinião.
Difícil é expressar por gestos e atitudes o que realmente queremos dizer, o quanto queremos dizer, antes que a pessoa se vá.

Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias.
Difícil é encontrar e refletir sobre os seus erros, ou tentar fazer diferente algo que já fez muito errado.

Fácil é ser colega, fazer companhia a alguém, dizer o que ele deseja ouvir.
Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer sempre a verdade quando for preciso.
E com confiança no que diz.

Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre esta situação.
Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer ou ter coragem pra fazer.

Fácil é demonstrar raiva e impaciência quando algo o deixa irritado.
Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente te conhece, te respeita e te entende.
E é assim que perdemos pessoas especiais.

Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar.
Difícil é mentir para o nosso coração.

Fácil é ver o que queremos enxergar.
Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto.
Admitir que nos deixamos levar, mais uma vez, isso é difícil.

Fácil é dizer "oi" ou "como vai?"
Difícil é dizer "adeus", principalmente quando somos culpados pela partida de alguém de nossas vidas...

Fácil é abraçar, apertar as mãos, beijar de olhos fechados.
Difícil é sentir a energia que é transmitida.
Aquela que toma conta do corpo como uma corrente elétrica quando tocamos a pessoa certa.

Fácil é querer ser amado.
Difícil é amar completamente só.
Amar de verdade, sem ter medo de viver, sem ter medo do depois. Amar e se entregar, e aprender a dar valor somente a quem te ama.

Fácil é ouvir a música que toca.
Difícil é ouvir a sua consciência, acenando o tempo todo, mostrando nossas escolhas erradas.

Fácil é ditar regras.
Difícil é seguí-las.
Ter a noção exata de nossas próprias vidas, ao invés de ter noção das vidas dos outros.

Fácil é perguntar o que deseja saber.
Difícil é estar preparado para escutar esta resposta ou querer entender a resposta.

Fácil é chorar ou sorrir quando der vontade.
Difícil é sorrir com vontade de chorar ou chorar de rir, de alegria.

Fácil é dar um beijo.
Difícil é entregar a alma, sinceramente, por inteiro.

Fácil é sair com várias pessoas ao longo da vida.
Difícil é entender que pouquíssimas delas vão te aceitar como você é e te fazer feliz por inteiro.

Fácil é ocupar um lugar na caderneta telefônica.
Difícil é ocupar o coração de alguém, saber que se é realmente amado.

Fácil é sonhar todas as noites.
Difícil é lutar por um sonho.

Eterno, é tudo aquilo que dura uma fração de segundo, mas com tamanha intensidade, que se petrifica, e nenhuma força jamais o resgata."

Carlos Drummond de Andrade

Grave of the Fireflies

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You would not believe your eyes
If ten million fireflies
Lit up the world as I fell asleep
Cause they fill the open air
And leave teardrops everywhere
You'd think me rude, but I
Would just stand and stare.

I'd like to make myself believe
That planet Earth turns slowly.
It's hard to say that I'd
Rather stay awake when I'm asleep,
Cause everything is never as it seems.

Cause I'd get a thousand hugs
From ten thousand lightening bugs
As they tried to teach me how to dance.
The best movie you'll never want to see again

At the end of the movie, there was silence, absolute and total silence in the theater - and then, only an occasional sniffle until the end credits had finished rolling and the house lights came up. It would've seemed almost disrespectful to profane the silence with words.

Seeing a movie like this really changes attitudes about war - about who really suffers, and that the honor and glory is shallow comfort when you contemplate what has been lost in the struggle.

I've made the comment to my friends that if you ever see someone who isn't moved (usually to tears) by this movie, you've found someone without a soul. As difficult as it is to watch, turn off the phone, dim the lights, and immerse yourself in the film with ones you love - you will be a better person for it in the end.
The story is based on a bestselling novel by Akiyuki Nosaka. A survivor of the firebombing of Kobe in World War II, Nosaka battled starvation and actually lost his younger sister to malnutrition. Haunted for years by the experience, driven by the guilt of his sister's death, he wrote the book in hopes of silencing the ghosts surrounding him.

Even now, several years and several vewings later, its suffering and peacefullness remain a deeply touching experience.
When speaking about this film, Takahata and Nosaka confess that this story is better suited for animation, and they may be right. Perhaps this simply couldn't work with live actors. We would be too self-conscious of the sight of a real 4-year-old suffering; it would either look overly maudlin or hokey. But when animated, we more readily accept what Takahata shows us. It's realistic, but in the sense that Van Gogh and Coltrane is real. With its warm humanity, you feel emotions pulled out of you that you never knew you had.

Fireflies is equally full of moments of serene beauty, scenes of peaceful vitality. Visually, this is a beautiful movie. Everything is drawn in lush, vivid watercolors; the greens and blues of the lake, the saturated reds of a devastated Kobe, even the smoke from the bombers looks poetic. A bucket, a mop, a well - the film is littered with these snapshots of daily details.
If you haven’t seen it you owe it to yourself to experience this profound study of war and its effects on the human condition.

Be Thankful

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Aproveitando o Thanksgiving, ressalto aqui o quanto eu tenho para ser grata, pelas coisas maravilhosas e tão preciosas em minha vida, por quanta sorte eu tenho no âmbito pessoal e acadêmico, por tudo de bom que me acontece, por todos os encontros de pessoas e de oportunidades ideais que me aparecem, o que me faz uma pessoa muito realizada e contente com a vida. Deveria agradecer muito mais!

Coexistir é preciso

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We want to see if we can coexist. These are questions that no one can effectively answer at this point.

Here among the constant ruins and rebuilding of civilizations lies the coexistence of diversity and intolerance.

NO ESPAÇO de duas semanas, o Brasil recebeu as visitas dos presidentes de Israel, da Autoridade Palestina e do Irã. Não é ocasional a presença em nosso país de três atores-chave do conflito que há décadas infelicita o Oriente Médio.

Os três governantes -cada um a sua maneira- viram na diplomacia brasileira, especialmente no presidente Lula, uma possibilidade de, por meio do diálogo, avançar no caminho de uma solução negociada para um conflito que transcende a dimensão puramente regional. Ele ameaça a paz no mundo.



ps. dois bons textos indexados aos links, confiram.

Civilidade nos mínimos detalhes

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A civilidade é o respeito pelas normas de convívio entre os membros de uma sociedade e envolvem conceitos de cidadania e educação que devem estar presentes na consciência de cada um.

Entretanto, tenho visto no dia-a-dia cada vez mais desrespeito pela civilidade, mesmo que nos mínimos detalhes. Fatos disso são indivíduos pulando as roletas de ônibus ou pedestres deliberadamente atravessando o sinal fechado (e ainda fora da faixa)- e muitas vezes acompanhados de crianças que assistem esse mal exemplo. Me questiono como o pedestre que desrespeita as básicas leis de trânsito pode se indignar com o carro que também ultrapassa o semáforo ou com as outras diversas infrações da lei.

Escrevo sobre isso porque presenciei um evento trágico: Em um local em que os semáforos realmente são muito mal organizados, um garoto corre na pista enquanto o sinal ainda estava aberto para carros mas com pouco tráfico, e uma senhora de idade acompanha o menino acreditando que já era permitido atravessar. Subitamente, aparece um carro em alta velocidade e a atropela. Não sei dizer se foi um acidente fatal, mas é uma lástima algo assim acontecer em decorrência de uma mera falta de civilidade.

É preciso que haja a consciência de que como cidadãos temos deveres e direitos, para que não sejamos indivíduos sem limites, egoístas, sem saber jamais exercer a cidadania que é necessária para se viver em sociedade.

Viver em sociedade prescinde uma convivência harmônica e cordial na pluralidade de indivíduos, os quais devem ser igualmente respeitados como pessoas que compõe nossa unidade social.

Para termos posse plena de nossos direitos, é preciso cumprir nossos deveres. Infelizmente, não é essa a concepção que reina e sim a Lei de Gerson.

Falta-nos solidariedade, respeito, disciplina e cidadania para uma sociedade e um mundo melhor.

A tão agradável astrologia e numerologia

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Palavras positivas e abrangentes são sempre boas de aparecer de vez em quando para nós, não? Esse post serve como uma derivação deste aqui, feito sobre o mesmo tema.

Olá, Agatha! Quarta-feira - 18/11/09.

De 18/11 (Hoje) a 21/11
Sol na casa 9, lua na casa 10

Entre os dias 18/11 (Hoje) e 21/11, Agatha, você estará vivendo uma fase positiva para a expansão de seus objetivos intelectuais e/ou profissionais. Você terá maior clareza acerca de suas metas, e canalizará muita energia para realizá-las. Aproveite o pique produtivo e adiante tudo aquilo que porventura tenha ficado atrasado nestes dias. Boas notícias poderão vir de telefonemas, e-mails ou cartas, tenha atenção para poder aproveitar as propostas que muitas vezes surgem e se vão sem sequer nos darmos conta!

Envolvimento e dedicação

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O estudo me encanta, estudar o que gosto me realiza. E me envolve, me consome - de uma maneira muito positiva e construtiva, porque consigo crescer e agregar cada vez mais conhecimentos, por meio de minha dedicação. É tão lindo poder se aprofundar e ter oportunidades para conseguir efetivar seus saberes... Por isso nesse último mês quase não tive tempo para dar atenção aos textos do blog, mas prometo compensar em breve, até mesmo com um retorno bem bonito dessa parte acadêmica.

Conseguir unir o Multidimensionalismo do Direito, o Direito Internacional, os Direitos Humanos, a Democracia, a Cidadania e Sociedade Civil em um âmbito de estudo conjunto e interrelacionado é maravilhoso, e eu realmente estou muito contente por desenvolver essas bases teóricas que me dêem condições para apreciar tantos interesses meus! ;)

(Não é) Idealismo

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Mas acho que um dos motivos da prática não dar certo é justamente por muitas pessoas desacreditarem da teoria.

Acho que é extremamente necessário uma interrelação entre ambas, de forma que a teoria seja aplicável à prática e que a realidade prospere por meio de bases concretas e fundamentos. Por conseguinte, a teoria deve sempre acompanhar a prática em prol de progredirem juntas. Assim, pode-se haver uma valorização completa do conhecimento integrado, o que é essencial para os dias de hoje e para a formação de um bom futuro.

Enfim...

ps. pretendo desenvolver o tema melhor em qualquer instante de inspiração.

Judgment at Nuremberg

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Pela primeira vez assisti o filme sobre o Julgamento de Nuremberg por completo. É um filme impressionante, incrivelmente bom na maneira que aborda os acontecimentos sob as várias perspectivas. Acabei de descobrir que existia uma versão mais recente do filme, de 2000, mas recomendo sim a de 1961, assisti essa antiga, garanto que é muito boa. ;)

Certamente julgar é algo muito difícil. Extremamente difícil para nós - meros seres humanos - que, em muitas das vezes, não temos moral suficiente para fazer jus a uma concepção sobre o outro quanto menos a estabilidade psicológica para conseguirmos fazer isso. Sinceramente, não sei qual é o grande fundamento da maioria das pessoas, principalmente as que vejo pelo curso de Direito*, almejar serem futuros juízes. Sei que para mim, independente de salário e de reconhecimento profissional, o dinheiro não vale. O peso na consciência, o peso crucial da sua decisão na vida de outro indivíduo e o desgaste emocional que é relacionado com todos esses fatores, precisa ser ponderado.

Mas sei que precisamos de juízes que, de uma maneira mágica (praticamente :P) consigam contornar as faltas do sistema e as superem pelo caminho da justiça, que sejam conscientes e tenham os valores fundamentais no coração para guiar suas ações e assim, efetivamente construírem e contribuírem para uma nova realidade.

E, por exemplo, para abrir uma exceção no caso acima das pessoas do Direito, tenho uma amiga que tem essa paixão no coração e isso que é bonito e necessário para o ramo.

Portanto, reconheço com muito vigor que precisamos sim de pessoas adequadas que assumam essa posição com qualidade e que tenham noção da tamanha responsabilidade que exercem para a sociedade. Não só juízes, mas todo o ser humano precisa ter dimensão dos seus atos.

(Uma pequena observação: Pior do que qualquer pena, é a rígida palavra que vai ficar na mente do culpado até o resto de seus dias...)

E, além de tudo que já é citado pelo juiz acima, acho que tal ação vale como um exemplo de Justiça. Não só pelo ato em si, mas pelo caráter de estabelecer firmemente que o Direito não pode esquecer de suas obrigações principais que transcendem a norma jurídica e que as autoridades normativas precisam ter isso em mente. Por mais que eu compreenda o outro lado da visão que é apresentada no filme, uma absolvição da pena de muitos pelo argumento da omissão (de simplesmente cumprirem seu dever e não terem nenhum crivo avaliativo sobre a realidade e tendo uma atitude conivente com esta) ou pela alegação sobre a ilusão de que cumpriam seu dever de acordo com o institucionalizado e que este seria para o progresso geral, entretanto, nós somos quem fazemos a instituição, nós somos quem constituímos o progresso, e por isso a posição passiva não pode ser aceitável.

Há mais uma reflexão bastante interessante que aborda o fato de que mesmo se você não estivesse trabalhando para o ideal do correto e do bem, o seu trabalho poderia ser essencial para conter e ajudar que aquela realidade não seja pior, utilizando sabe-se lá quais meios para a superação do dilema entre o que é imposto e os princípios que devem ser valorizados (e não estou nem sugerindo uma ideia de rebelião ao sistema ou revolta total como Tarantino faz de maneira fabulosa em Inglourious Basterds :D) do que a simples alienação.

Um ponto relevante de se analisar também é de como ideal de justiça é distorcido para todos, mas devemos sempre prezar a tentativa de alcançar o mais próximo do justo.

Por fim, isso me remete a uma frase em que "um mundo melhor é muito relativo. Devemos sim trabalhar para um mundo bom, para ser suficiente, no mínimo".
E algo que acho muito bonito em ouvir - e fico muito feliz - quando encontro alguém me dizendo (pessoas que já tinham uma vida profissional formada e que decidiram abdicar disso) que faz Direito porque quer ser um agente social, fazer a diferença para sociedade e ajudar a construir uma realidade positiva.

A beleza das cores

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Um dos meus grandes prazeres de pintar e fazer arte é justamente poder brincar com as cores e ver a preciosidade delas.

Como em um mundo tão complexo de cores podemos separá-las e escolher uma única preferida? A composição e a união delas que torna o mundo tão bonito e vivo, e ainda sim, com uma harmonia singular.


Sendo assim, como poder ter uma cor predileta e menosprezar as outras? E mais, como montar pirâmides hierárquicas de cores, quase de forma subjetiva e aleatória, e a partir disso avaliar seu perfil psicológico? Hmmm... Caso queiram tentar: Teste das Cores. Não deixa de ser algo interessante e legal, mas entra no mesmo patamar de se avaliar um perfil de personalidade por meio da astrologia, não? :P

Relacionado a cores, as luzes do natal começam a serem acesas e as noites tornam-se mais lindas! E, remetendo-me a um evento que prestigia e valoriza essa beleza das cores e o que as luzes podem reproduzir, cito aqui o Berlin Festival of Lights, um dia pretendo presenciar isso. ;)

Oportunidades

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Clichê, mas "a vida é uma caixinha de surpresas". A cada instante há algo de novo para te surpreender e mudar o rumo das coisas, e aí, as escolhas dependem de você. Só não podemos menosprezar as diversas oportunidades que surgem e que podem prosperar se dermos valor. ;)

Alguma nostalgia

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Acho interessante quando temos um tempo para refletir sobre o rumo que nossas vidas seguem e o que um dia elas foram e planejaram ser. A mim, só são boas lembranças, na verdade porque acho que tenho a política mental de ressaltar o que é bom e relevar os pesares, apenas extraindo uma lição deles, aprendendo e crescendo mais - e aí, eles já não são mais pesares tão negativos.

Algumas coisas são saudades boas de determinada situação e o sentimento que estão unidos a esta recordação.

"Fisicamente, habitamos um espaço, mas, sentimentalmente, somos habitados por uma memória."
José Saramago

Fico imaginando o dia onde irei juntar essas situações e histórias (!!!) de minha vida, escrevendo um livro em minha aposentadoria, uma retrospectiva de como minha vida foi tão boa e dos sentimentos que são suscitados. Gostaria de ver como será analisar tudo isso através de uma perspectiva com mais sabedoria e experiência.

Engraçado é que ultimamente ando tendo sonhos de momentos passados onde reporto essas situações ao presente e dou uma conclusão a elas. Muito bom ;)

Mas, independente de lembrar dos momentos passados, importante mesmo é viver um feliz presente e estar contente com isso. ;)

Piano

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Olha, eu realmente acho que seria uma pessoa muito bem realizada com um Steinway desses...

Minha paixão pelo piano é de como ele me envolve. Pelo bem ou pelo mal, toco para mim, pela graça que significa dançar com meus dedos sobre ele. No entanto, continua sendo um desafio trabalhar a minha tensão e transpassar serenidade enquanto toco para os outros, o que é muito complicado para mim. Mas, desafios existem para serem superados :)

Já fui além das minhas expectativas com minha melhora substancial na leitura, em olhar uma partitura e fazer a música fluir. Na verdade, essa melhora ocorreu por justamente se desafiar com partituras ainda mais difíceis (com apenas uma pauta para dividir as mãos) ou com três, quatro, cinco pautas - onde é necessário ter uma outra dimensão de como ornamentar a música. Assim, as pautas ditas 'simples', em comparação, parecem muito fáceis. O mais curioso no piano é esse elemento de conhecer o complicado e ter noção do que é tranquilo. E o caminho de aprimoramento técnico faz você ter uma outra visão mesmo sobre o que é "tranquilo" (que acaba se tornando complicadinho também, dando a devida atenção a todos os fatores que deixam uma música no seu ponto ideal). ;P

Também gosto de ter desenvolvido uma concepção mais ampla e que abranja mais horizontes, fazendo uma união entre eles e tendo um conhecimento mais próximo do completo, compreendo as razões e os motivos das estruturas, bem como descobrir como tudo é tão perfeitamente arrumado para uma música ser maravilhosa. Isso é incrível, incrível!

E quando você se desprende do formal, 'tocar de cor' - livre, leve e solto - é o que há de mais interessante... ;)

Fico muito feliz em cada dia descobrir mais, aprender mais e realizar o conhecimento. Todavia, o piano é um caminho infinito... Sempre há tanto para se aprimorar e tentar chegar perto da perfeição de uma música e a harmonia de seu som... Por isso digo que hei de morrer tocando piano, ele estando presente até o fim dos meus dias! :)

Dizem que a tua alma é de aço, e realmente é,
Nem por isso sua singeleza é comprometida.
Mas quando queres ser enérgico, agressivo ou mesmo explosivo,
Posso sentir o tremor do teu impero a distancia.
Como pode sussurrar melodias tão doces ao ponto do pranto me levar?
Sentar-se a seu lado é privilégio para poucos, merece respeito,
Só os melhores e mais estudiosos tem esse prazer.
Eu poderia ficar horas só a te observar,
Mas prefiro extrair de ti o que tens de melhor.
Ah! Como é bom poder tocar teu corpo,
Sentir tuas vibrações em minhas mãos,
Perceber o belíssimo timbre da tua voz massagear meus ouvidos.
Oh! Me faz sonhar! Fazei-me viajar,
Leva-me a outros mundos através das obras dos mestres,
Aqueles mesmos mestres que renderam-se ao teu poder,
O poder de encantar e gracejar a todos,
Todos que de ouvidos abertos deixaram tua musica penetrar.
Homens como Mozart dedicaram suas vidas a você,
Mas eu sou apenas um aprendiz, um admirador,
O que posso fazer, é juntar-me a ti
Para que vós, através da tua magnitude
Embeleze minhas humildes inspirações,
Transformando-as em belas canções,
Para que o meu amor possa ouvir.
(...)
E esta noite, tocarás para as estrelas
Esta noite, tocarás para o vento
Tudo porque elas são belas
E por este simples momento.

1001 sessões de fisioterapia durante minha vida

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Eu quero joelhos novos de natal! Quero andar de patins, papai noel :(
Esses aqui já não aguentam mais. Eles já foram muito remendados, um já foi para a mesa cirúrgica, passaram por muita fisioterapia... Mas continua sendo inerente a eles dar problema.
Para variar, quando estou me empolgando na minha rotina de academia, lá vem eles reclamando... E aí, mais fisioterapia, mais gelo constante... E todo o processo de reabilitação de novo. É tranquilo, mas ao mesmo tempo, cansa... e eu não estava morrendo de saudades do Pilates, mas acho que depois de tanta fisioterapia, estarei!
Mas tenho fé nos meus joelhos de que um dia eles ainda vão ser aptos a realizar meu sonho que é patinar no gelo. A esperança sempre existe, enquanto isso, vou tentando evitar que eles arrumem mais problemas (não é minha culpa.. ;( - problemas de fabricação, isso sim :P)
Mas... como ainda não inventaram um milagre para eles, preciso de suportar as mil e uma sessões de fisioterapia ao longo da minha vida...

Cirurgia de Mandíbula (2)

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Em retorno à primeira postagem falando da cirurgia de mandíbula, hoje, com alguma satisfação posso dizer que sim, deu tudo certo (a mandíbula já está em seu devido lugar e a mordida fechada) apesar do sofrimento. Agora é só esperar o término do tratamento e ter fé que seja estável e perpétuo, valendo a pena, então. Na verdade, só de se comparar o antes/depois já é algo significativo. Em breve espero poder colocar várias fotos do meu lindo sorriso aqui.

E quanto ao procedimento de amanhã em si, é a retirada dos pinos (citados anteriormente), algo que eu já não via a hora! Deve ser menos sofrido do que colocá-los, certo? E meu organismo estará feliz em despedir-se deles! ;D
Sendo assim, estou até tranquila... Espero que seja tudo simples e fácil mesmo.

E uns dias de molho não fazem mal... ;)

ps. Imaginem quando minha mandíbula e a respectiva mordida estiverem 100% no final do tratamento? - espero que seja logo logo ;D

Descrição contemporânea dos relacionamentos

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Eis aqui uma boa descrição, decorrente de análises sobre Mad Men, que consegue abordar uma concepção muito interessante sobre as pessoas e seus relacionamentos, em sua maioria.

"But I want to be a ladies man like Don Draper. Back then it was easier, because affairs were more acceptable."

No they weren't. Leaving aside morality, cheating on your wife means that you haven't fully connected to her, or have lost some of that connection. You don't have to be Don Draper to pull that off. "Well, I want to be as suave as he is, I want to pick up girls like he can." It's the same disconnectedness. You could do it, too, then you'll lose the ability to be deeply connected to someone. You can't do both simultaneously.

Consider a guy in 2009 who says he can't meet women in bars. The biggest mistake guys make when trying to meet women is being overzealous, overinvested. They are unable to differentiate a one-night-stand from a full relationship. They approach both in the same way. When you're trying to get laid, you can't be trying to show her your soul, and you can't be trying to see hers. It has to be light, fun. The "pick-up tricks" work because they delay the guy from dropping all 52 of his cards in her lap and saying, "see?!"

This is why many men who actually get what they think they wanted are still unsatisfied. They meet a hot girl and it turns into a relationship, and they're upset they can't get one night stands. But if they got a one night stand, they'd be upset they couldn't convert it to a relationship (and of course it would be her fault for being a slut, not knowing what she wants, etc.) You can't have it both ways.

Here's how the logic disintegrates: if you're at a bar and see a woman with a tattoo on her tailbone and big hoop earrings, we can all agree, given the right circumstances, she'd probably be up for a one night stand. "Yeah, but she only wants a guy who X---" Maybe, but she'd probably settle for you. "I don't want her to settle for me, I want her to want me." Then you don't really want a one night stand, do you?

She already knows all of this. Just as you think you can tell when those are implants, she's got you figured from 100 paces.

Here's how you succeed: you have to have confidence in yourself, while simultaneously accepting that it could just as easily have been some other guy. If you're not comfortable with that, get out of the bar.

"But it's the whole idea of Don Draper-- that kind of man, living in that kind of time, where men were men... it was more acceptable to have affairs, drink all day... The old days, men could act like men, even if they were flawed."

Draper can seduce women easily because he has both confidence and also lives, perpetually, in that state of emotional disconnectedness that let a girl know you're not going to get all mushy on her. But that means he also doesn't connect with his wife, nor she with him; that's why the affairs "aren't a big deal." It has nothing to do with the year being 1960. It's just a bad marriage.

You should note that his disconnectedness doesn't make his wife less connected to him (though it doesn't help.) His disconnectedness lead him to marry a woman who was not likely to be able to fully connect to him. Many times, you get only the relationship you're ready for.

This isn't unique to Draper. Look at Campbell. He can cheat on his wife with almost no guilt because he's disconnected from her; but of course she is just as disconnected from him. She doesn't love him, she needs him as a supporting cast in her "perfect wife and mother" movie.

ps. Sou muito feliz em ser uma exceção a essa análise contemporânea dos relacionamentos. ;)

10 anos de superação

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Gostaria de ressaltar e celebrar a luta contra o câncer, bem como a vitória de muitos. E uma dessas vitórias, graças a deus, é da minha mãe. Esse ano ela completa 10 anos de superação ao câncer de mama. Apesar da dor que é passar por uma experiência dessas, o sofrimento traz um novo valor a vida. E é a partir daí que observo: A esperança de se conquistar essa luta é baseada em muita fé, força, persistência e vontade de viver.

Assim, não custa lembrar a importância de se conscientizar sobre a prevenção e o combate contra a doença. Este mês de outubro representa isso, é o Outubro Rosa.

Um outro ponto interessante é a mobilização social para conseguirmos ajudar pessoas que estão nessa luta. O projeto "Beat Cancer" utiliza a internet e a comunicação publicitária para arrecadar fundos financeiros em prol de doações e pesquisas.

E é uma ideia bastante pertinente, utilizar a mídia em causas sociais.
We knew we'd be in a hotbed of major bloggers and twitterers and Don Lemon and I were talking about how the power of social media should be used for more than just marketing products. If Ashton Kutcher could get a million followers, couldn't we take on a social cause through social media? My business partners who've watched as I've struggled with cancer suggested we try to beat cancer through social media. Thus #BeatCancer was born.

Realização Social

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Um dos temas mais bonitos no Direito - e muito abordado nas minhas aulas de IED (ou melhor, nas aulas de filosofia do direito ;P) - é a realização social, que me fez descobrir esse Direito lindo e de como não posso evitar minha paixão por ele.

Segue, assim, a dissertação da minha prova de Teoria Geral do Direito - que a cada aula percebo como poderia ter respondido de maneira mais completa - acerca da questão: Por que a obediência ao Direito implica na realização social do dever ser axiológico constituído historicamente?

A realização social é o propósito fundamental do Direito pois constitui o transcendente, um núcleo indisponível que o Direito busca corresponder ao longo de sua história. A realização social proporciona, igualitariamente, o bem-estar comum a sociedade, e é para tal que o Direito justo serve, pressupondo os direitos fundamentais e as ideias universalizadas, ou seja, estabelecendo uma dimensão axiológica que o Direito ideal deve assumir como referencial e como critério avaliativo, possibilitando a pretensão de correção da realidade normativa.

O Dever-ser axiológico é, portanto, transformado - em forma de obrigação para a sociedade, já que o Direito é imperativo - em Dever-ser normativo legitimado pelo Estado, visto que os valores fundamentais devem ser jurisdicizados em prol da ordem social e então, são positivados no direito. Isto é concretizado, por exemplo, na máxima do Dever-ser normativo: A Constituição.

Entretanto, a obediência ao Direito não se constrói apenas na obrigação jurídica coercitiva, mas sim na obrigação moral. Isso significa requerer que o indivíduo, por meio de sua realização, compreenda a integralidade do direito e a plenitude do sistema, no qual não se obedece às leis só por motivos externos, mas também por motivos internos, pelo convencimento de que tal obediência é algo intrinsecamente bom em prol de reger a convivência coletiva e sua prosperidade, fundamentando a satisfação social. Assim, a obediência não se sustenta pela constrição (como alega Austin), mas pela convicção, visto que a lei se interrelaciona com a moral para se justificar. Norberto Bobbio considera a obediência interior como "dever de consciência" para obedecer às leis.

Ademais, existem concepções como a de Robert Alexy que interligam a validade e eficácia de uma lei com sua justificativa moral, pois o conceito ético que deve transpassar o Direito exige que uma norma seja considerada válida quando moralmente justificada, e seu cumprimento também deve ser em função disso, visto que é necessário um juízo crítico sobre o Direito posto. Dessa maneira, Arthur Kaufmann também expõe que a validade do direito não parte da coerção, e sim da exigência ao direito vigente que faça reinar a ordem e a paz jurídica; e, para a certeza e confiança da realização disto, pode-se usar, no caso da necessidade, instrumentos coercivos.

Considerando, então, a segurança jurídica estabelecida pelo respaldo do Estado e a legitimidade conferida, é necessária a justiça para fazer a conexão entre o Direito positivo e a moral que deve ser cumprida em função da realização social e do bem comum. Assim, existem três valores que todo direito deve servir: o bem comum, a segurança jurídica e a justiça, como defende Radbruch.

A formação do Direito se baseia no contexto social que é constituído historicamente, por sua dinâmica e mutabilidade. Dessa maneira, os elementos do Direito como norma, fato e valor não se correlacionam apenas, eles se dialetizam, integram-se e convergem ao longo da História do Direito, segundo Miguel Reale. Tal reconhecimento configura a atual etapa de pensamento pós-positivista, em que se estabelece um equilíbrio e um aproveitamento dos melhores aspectos do juspositivismo, jusnaturalismo e jusrealismo (Teoria Tridimensional do Direito). Ao longo do processo de construção histórica do Direito se comprova, por exemplo, que o paradigma entre natureza e convenção - como denomina Simone Goyard-Fabre - significa na prevalência dos elementos em cada concepção jusfilosófica. Ou seja, o fundamental dever-ser no Direito é abordado de diferentes maneiras, mas sempre composto pelos elementos que assumem conotações - ou interpretações, como propõe Dworkin - diferenciadas.

Portanto, a atitude do direito é construtiva, interpretativa e auto-reflexiva em que existem valores fundamentais e princípios gerais para a esfera jurídica que consiste no valor do justo, mas que implica a coordenação harmônica de outros valores exigidos, como a liberdade e a igualdade. Essa unidade compõe a justiça precedente ao Direito para que possa transformá-la em justiça social, na qual cada indivíduo possa realizar a plenitude de seu ser a sociedade atingir seu máximo de bem-estar, compatível com a convivência pacífica e solidária do coletivo.

Meu último dia das crianças

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Dia 12 outubro: um dia tão esperado pelas as crianças, mais uma desculpa para se ter presentes e receber inúmeros carinhos! De tantos brinquedos e barbies almejadas até aos aparatos tecnológicos, hoje seria o último dos dias das crianças que poderia utilizar minha infância como desculpa para adquirir algo :(
Pois é, no próximo dia das crianças eu já serei uma adulta ;D e só poderei desejar feliz dia das crianças para as respectivas... haha ;P

No entanto, nunca deixarei de ser uma pequena infante... Nunca quero perder esse espírito, a pureza e os sonhos dessa menininha de sorrisos e danças nas pontas dos pés...

E fato é que um presente, com o tempo, perde sua importância... Além do que, presentes não precisam de justificativas para serem dados, muito melhor aqueles que são surpresas, a qualquer momento! ;D

Vale muito mais o sentimento que um presente pode representar do que ele realmente é, e por isso, neste dia das crianças escolhi fazer um passeio agradável com minha família, mamãe linda e meu irmão ;)

Feliz dia das crianças para nós, então!


ps. eu era tão linda!

Pais

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Acho que quando dois indivíduos estão dipostos formar uma família, talvez eles não tenham consciência da tamanha estabilidade necessária para se transpassar os melhores valores para um novo ser ao mundo, com base no amor, união e felicidade. Ter um filho não é uma simples responsabilidade referente a si próprio, é muito mais do que isso: você é responsável pela vida do outro. Deve estar presente na formação dessa criança para ser parte do melhor crescimento dela, e não simplesmente ser um figurante. Mais do que isso, cuidar de um criança requer elementos que muitas pessoas não tem em si, e portanto, erroneamente se omitem da vida criança ou transmitem má-influências. Em ambos os casos, quem sofre é a criança. Com seus traumas, com seu crescimento alterado, com sua independência forçosa. Não é mais tão simples ser criança. Ainda sim, cada ser humano tem a capacidade de aprender com as situações e superá-las. Não é fácil, mas nem todos tem uma infância cor de rosa. De qualquer maneira, boas lições são extraídas até das piores experiências de forma que se percebe a vida e a responsabilidade sobre ela de outra maneira. Mesmo sendo ainda crianças, a responsabilidade paternal desolada cai sobre o filho e este deve saber lidar com ela para o seu próprio bem. Merecem um feliz dia das crianças, porque nestas 'crianças' há o compromisso e a esperança de construírem um futuro diferente, sendo pais conscientes em prol da integridade e felicidade de seus filhos, e assim poderem sonhar um com uma sociedade melhor.

Além dos ressentimentos

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Em sofridos relacionamentos nutridos de mágoas e remorsos, às vezes o mais saudável para apaziguar as desavenças é justamente perceber que a estabilidade de cada sujeito da relação é fundamental para que consigam superar seus problemas e, portanto, precisam resolver isso individualmente para poderem superar tal envolvimento conflituoso.

Independente de quanto tempo levem para restabelecer uma relação estável, não se pode perder a esperança, pois a coisa mais triste é ter de desistir de uma pessoa importante na sua vida. Se ponderarmos, muitas relações negativas são (e devem ser) descartáveis, outras, possuem o caráter de que deve ser válido o esforço para contornar a situação turbulenta. No entanto, tudo tem um limite, tudo tem seu desgate e infelizmente meros seres humanos devem se conscientizar que não podem fazer milagres sozinhos bem como não podem insistir na ajuda àqueles que não querem ser ajudados. Nem por isso, mais uma vez, deve-se sucumbir a desistência. Ao contrário, deve se almejar toda a prosperidade ao outrem para que consiga reconhecer seus erros, lidar com suas falhas e a partir daí, estar apto para a mudança positiva em prol de seu progresso, de seu bem-estar e sua paz de espírito, para que seja capaz de manter relações estáveis, superando o passado e seus respectivos ressentimentos, em prol de reconstruir um novo relacionamento compartilhando felicidades.

Feliz aniversário, pai.

Don't blame your daughter
that's just sentimental
and don't blame mom
for all that you've done wrong
Dad is not guilty,
just a little faulty (...)

Read me your tombstone,
tell me you're sorry, fax me your will,
you owe me something still
Blood is like water
the bath that you poured me
has drained and it's gone,
don't blame it on your son
And the song you sing today
wasn't always in your head,
the words you tryin' to say
are the ones you shouldn't 've said
they're glistening like diamonds,
go out and find'em
The world is full of diamonds
go out and find'em
but don't blame your daughter.