Lástimas?

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Tenho muito 'orgulho' em dizer que não sou uma pessoa que fico me lastimando pelos atos passados, assim como posso dizer que não sou uma pessoa arrependida.
Acho que todos nós temos que ter coragem e responsabilidade sobre os nossos atos. Simplesmente não aguento como não conseguem lidar com isso.
E fato é que tudo que já ocorreu é de extrema importância para a construção do presente atual, ou seja, contente-se ou conforme-se.
Não vamos ficar brincando de "E se...".

No entanto, em nossas experiências sempre ocorrem atos que não são plenamente satisfatórios, e portanto, divido-os em duas categorias de acordo com minhas concepções: Os que eu não deixaria de fazer no passado, mas não faria novamente num futuro - no entanto, se ele não tivesse ocorrido e não aprendesse a lição, iria sim fazê-lo; E os que só suporto nesse presente, caso voltasse no passado, não os faria, talvez... Mas como poderia saber se não tivesse feito?
Então é um ciclo de indagações muito grande para pensarmos em arrependimentos, e por isso, não sou condizente a eles.

Entretanto - saindo um pouco da linha anterior de pensamento - algo é muito importante a se ressaltar nos arrependimentos. É o primeiro passo para reconhecer os erros. É claro que muitas vezes só isso, não é basta. Mas já é alguma coisa.