Independence Day

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Essa foto é tão linda que me inspirou a escrever um pouquinho sobre o 4 de julho para os Estados Unidos da América.

Tenho vontande de escrever acerca disso, justamente para correlacionar com uma mini série da HBO que abriu muito meus horizontes sobre o assunto, que é John Adams. Muito bem feita, com ótimas análises históricas sobre política e diplomacia americana naqueles tempos, recomendo veementemente. Interessante são as reflexões de como esse dia da independência não passa de uma mera data convencionada onde todos parecem estar em consenso e em união em prol da libertação da metrópole britânica, enquanto as decisões eram feitas em base de intrigas, divergências e coerções, sem contar com o país imerso em guerra. Como o último capítulo mostra, quem dera se tudo fosse tão bonito quanto na pintura e na versão histórica idealizada que criaram a partir daí. Uma outra boa reflexão é sobre o fardo que pesa a todos os presidentes que entram no poder com grandes desafios e do que há de se esperar de uma capital construída por meio da exploração e do sofrimento de escravos.

Mas afinal, o histórico do mundo inteiro não é nada bonito, o passado dos países não é nada digno, quem dirá se aplicarmos isso ao Brasil ;P E aí, nos faz pensar sobre este presente... Bonito e digno? Longe disso também. Algum progresso? Talvez. Lento, mas temos de acreditar nas transformações e na perspectiva de melhoras. Uma realidade mais positiva pode ser construída sim, basta empenho de cada cidadão.

E aí, retomando a inspiração da foto, a esperança repousa na nova geração com o ideal de prosperidade e em nosso poder de ação para concretizarmos isso - mesmo sendo que mudanças podem aparecer apenas a longo prazo - é necessário fé.
E atitude.