The last words

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No mesmo episódio de Doctor Who citado no post anterior ("Forest of the Dead") e em "Silence in the Library", dentre tantos aspectos interessantes que aparecem neles, um eu gostaria de ressaltar.


Aparece um aparelho, chamado de 'communicator', o qual seria um espelho da sua atividade mental, especialmente nos momentos finais da vida de alguém, em que o indivíduo estaria 'morrendo' mas sua mente ainda não estaria totalmente 'desconectada' do mundo ou de seu corpo. Ou seja, essa conexão que ainda existiria seria transferida por meio desse aparelho, no qual se pode deixar mensagens póstumas, digamos assim. Longas ou curtas, a intenção é a oportunidade da pessoa ter suas 'últimas palavras'.

Uma das reflexões que ocorre no episódio são os aspectos positivos e negativos desse aparato tecnológico, mas, particularmente, sempre pensei sobre "que aflição deve ser morrer e ter um monte de coisas para falar, haha". Na verdade, odeio essa sensação de não ter falado algo que deveria ter incluído. E por isso acredito que cada pequena despedida deve ser o mais completa possível, porque nunca se sabe se poderemos completá-la depois, não no contexto fúnebre, mas sim nos pormenores da vida mesmo...