Experiências construtivas

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Bem, o que deveria ser um bom "hobbie" - estudar RI lááá na UVV - a cada dia se torna uma saga... Mas não desmereço por completo, afinal, adquiro um vasto repertório de histórias para contar e também agrego experiências, construtivas sim, para ampliar meus horizontes de vida.

Aliás, de que outra maneira veria a 3ª ponte de Vitória completamente parada?!?! Com os carrinhos entulhados lá? Sem nem poderem se mexer? :P

Não, não era apenas um engarrafamento rotineiro... Um 'carro' resolveu pegar fogo lá no fim da ponte e aí, interditar tudo - sim, Vitória inteira enrolou-se. Do outro lado da ponte, em VV, o pequeno "inferninho", literalmente pegou fogo!

Só para constar, umas fotos - tá, legal seria ter tirado uma foto realmente em cima da ponte, mas só fui registrar no celular quando já estava fora dela (e sim, influenciada por várias pessoas também fazendo isso) - marcando esse evento memorável:



Pois então, a sugestão mais sensata sugerida bem antes do 'circo pegar fogo' era, simplesmente, sair da condução e voltar para casa em paz =)

Tá, não exatamente sair da van em cima da ponte e ir andando, mas... Como pessoas são relutantes... E aí Caio, aprendeu a lição? Fé-cega na minha intuição. ;D

Por fim, toda experiência é válida, máaaas... Algumas são bem dispensáveis.

Precious Things

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When all the elements conspire
With shiny things that catch the eye
I was waiting for the day
For you to love me

Precious precious thing
You are the thought that makes me sing
Wanna leave all my possessions
It's a rare and precious precious thing

And I know all I need
Is to get on the phone
Is to get on the phone
And call you
Call you

As clear as rain on a street
It shines like bright coloured stone
These things no one can own
They are for you
This is for you
This is for you
This is for you ...

Time

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Time is priceless, yet it cost us nothing.
You can do anything you want with it, but you can't own it.
You can spend it, but you can't keep it.
And once you've lost it, there's no getting it back.
It's just... gone.

Reflexões de Medium.

Vida de MUNs

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Andei meio distante do blog por diversas ocupações.
Uma delas, foi o meu recente feriado em BH, participando do TEMAS.
Sendo assim, me comprometo a escrever um pouquinho sobre essa experiência aqui, inclusive incentivada ao ler textos e relatos sobre no blog da Amanda e no blog da Paulinha.
Ainda antes disso, o texto do meu mentor-amigo me inspirou para escrever um pouquinho sobre o que penso acerca desse assunto, que são os MUNs.


Pois então, acho que a princípio é muito difícil descrever a sensação que um evento desse traz, é de maneira específica para cada indivíduo e é só empíricamente que se descobre. Por incrível que pareça, hoje fizeram me lembrar do meu primeiro comitê oficial que participei, o que me leva a refletir um pouquinho sobre minha jornada de modelos. Ai a sensação de primeiro modelo então...! É tão gostoso relembrar!

Eu não tenho como negar a importância que isso faz na minha vida. Posso aflorar e descobrir gostos que compõe um caminho que sigo, conheço pessoas essenciais para minha construção pessoal, conheço pessoas bastante interessantes (aquelas pessoas boas de se conhecer!), e não só isso, conheço amigos. Amigos incríveis que eu gostaria de levar para casa. Cada um em sua maneira peculiar de ser. Tudo parece lindo falando assim, mas mesmo o que há de negativo para conhecer, é de alguma maneira muito construtivo. Ao menos para mim.

E é assim que eu classifico a experiência de um modelo: Muito construtiva. Em experiências pessoais, em experiências acadêmicas, de conhecimento, de relacionamentos, de momentos. De alguma maneira, é transcendental.

E desde a primeira vez que eu comecei a simular, só achando legal, não querendo me envolver, não reconhecendo que eu gostava do negócio, não reconhecendo que eu tinha potencial e tudo mais... Apareceram muitas pessoas que tiveram a disposição de me incentivar, além da minha própria curiosidade.
E eu sou muito grata a elas. Pois é Igor, serei eternamente sua padawan, haha. :P

Simular hoje é um hobbie de muita paixão para mim. Não tinha como eu não me encantar. E ainda, me sentindo gente grande vestindo um terninho bonito e com pessoas me conferindo atenção. ;)
Sei que sempre me sinto muito feliz e em paz de espírito após um modelo, digo, cheia de alegrias, desejos, motivações e muito mais. Por isso que lembro de cada experiência com tanto carinho, vivem numa dimensão diferente, quase, é uma outra realidade. É incrível.

Mas, para tudo isso, soma-se vários elementos. Primeiro, o campo da incerteza - mas não se deve nutrir muitas expectativas nele, e sim, deixar-se surpreender. É isso que considero como um 'segredo' para tudo ser tão bom no final.
E nada é tão simples e bobo quanto pode parecer: "Ah, você vai lá ficar encenando à toa um país..." É claro que não há graça alguma se você pensa dessa maneira. Até porque não é assim que funciona.
Depois, nenhum dos elementos estarão na sua forma ideal. Um comitê nunca estará perfeito, terá seus altos e baixos - é claro que um comitê cheio de altos é um máximo!, mas os baixos fazem parte, que seja para contar os casos da burrice humana, as pérolas... e muita risada! Oras, paciência é essencial em qualquer lugar - haverão várias falhas e enfim, o mundo não é da maneira que desejamos. E isso é um ponto difícil - ao menos para mim, de se lidar no início - porque de alguma forma, me gera um pouco de frustração, mas uma frustração que conseguiu se converter de maneira bem útil. Eu, que sempre gostei muito de comitê rosa (Direitos Humanos) ou verde (Meio ambiente), de alguma maneira, me sentia oprimida em ver lindas resoluções em contraste com o mundo real ou discursos idealistas que se chocam com a realidade. Mas, de certa forma, é o que acontece constantemente no mundo atual, em qualquer âmbito.
E portanto, decidi pegar situações mais complexas e menos idealistas, e aí, me deparava com um outro quesito que era a falta de opções: "Mas isso não tem resolução! =)", não uma resolução concreta e aceitável. Pois é, acontece. Mas é a verdade, oras. É assim que o nosso mundo funciona e gira...

Saber superar isso e aprender a lidar é uma etapa muito importante, ao menos foi para mim. Sei que agora queria experimentar um comitê histórico, para saber como me sentirei em um.

Pois então, sendo objetiva e tratando especificadamente do TEMAS agora.
O TEMAS me traz muita admiração porque é um modelo que luta contra todos os empecilhos, adversidades da vida e toda a falta de apoio e ainda sim, funciona extraordinariamente bem, correspondendo todo o bom currículo dele que ouvia falar. E todos, inclusive eu, posso falar agora, com muito orgulho. Muito orgulho daqueles que fazem o modelo funcionar. Que sejam os delegados, como fonte central do modelo, mas, especialmente, dos "chefes" que coordenam e controlam tudo isso. Nutro um extremo orgulho por todos esses meus amigos que fizeram o TEMAS acontecer com muita qualidade. E é isso, o mais legal do TEMAS é ser um modelo de amigos, para amigos, com muito empenho, esforço e determinação de cada um para fazer o melhor possível para este se desenvolver. E é um modelo inovador, que não tem receios em simular novas propostas das formas mais inusitadas ou não convencionais. Isso o deixa ainda mais interessante, especialmente para veteranos modeleiros que já estão acomodados e quase entediados com o tradicionalismo de sempre. Caracteriza-se, então, um vigor muito grande nesse projeto e contagia todos.

Concepções sobre como as coisas são muito relativas porque são parciais, são apenas aquilo que queremos ressaltar e não o que acontece na íntegra. Mas então, meu comitê desta vez - Conselho de Segurança das Nações Unidas - foi, sem dúvida, o melhor que eu participei. Em animação, em dinâmica, em liberdade... E sempre tem um quê de importância no Conselho de Segurança, não tem como. Eu sempre fui curiosa para saber como realmente era um CS. Engraçado que nesse modelo, fiquei curiosa para estar em todos os comitês, o que é ótimo!!! (Ah a Alta Corte... Doida demais para mim, mas muito legal!!! Estou ansiosa para ver os vídeos. E o G-8, seria o tipo de comitê que espontâneamente eu iria no jeito que hoje estou. A liga árabe, talvez, seria um comitê que há um tempo atrás, adoraria mesmo ir.)
Ou seja, a experiência acadêmica foi incrível.
E mais uma vez, tudo entre amigos, maravilhoso! A princípio, tenho de agradecer a hospedagem e companhia da minha dupla, a Cela, e no mesmo patamar de importância, ao Igor, que deu todo auxílio e apoio possível a mim e aos outros, inclusive sendo um motorista profissional perante todas as dificuldades desse trânsito de BH e seus estacionamentos. Em seguida, preciso agradecer todos aquelas pessoas especiais que pude reencontrar e aí, são um monte, difícil de citar...
Incluem o congratulado secretariado - o Papito (coloque já a cla junto também) e o Nogueira - minha Gemea Agatha, Yama - o cara das boas conversas...
Agradeço também ter conhecido tanta gente interessante, em especial as meninas Marina e Rubia, e o trio que me divertiu muito! - JG, JP, Phil...
Não posso esquecer também daqueles que estão sempre ao meu lado, Paulinha e cia, e aproveito para elogiar Amanda e Luã, ótimos novatos.

Nessa viagem, eu não há nada que eu possa reclamar - a não ser o de praxe, que BH é um morrinho e derivados :P - bem pelo contrário, tudo foi tão maravilhoso, fui muito bem recebida, muito bem acolhida pelos meus amigos, tive muitas alegrias, me alimentei bem demais (surpreendi-me nesse quesito), conheci ainda mais a cidade e o clima ainda estava bastante ameno e agradável, ou seja, dei sorte :PPP

Só não tirei muitas fotos, é verdade, mas ficam algumas aqui para marcar:

Quem mais come salmão no Eddie's?! \o\ /o/


Parques e pracinhas tão bonitos, umas coisa que eu gostaria de trazer um poquinho para cá, além de uma estrutura histórica muito bonita - meio encoberto na cidade, mas tudo bem.

A vida noturna de BH é algo incomparável, os restaurantes temáticos, a Savassi que é dez vezes o nosso triângulo daqui e enfim, não há aquele tédio que temos aqui de "o que tem para fazer hoje a noite? cri cri", maaas... Ainda não pude aproveitar tudo isso porque incrivelmente a fiscalização em BH funciona e eu, mocinha demais para essas coisas, sou privada dessa boa parte, por enquanto.
Também gostaria de trazer um pouquinho de apreço a cultura e derivados que lá existem.
Na verdade, BH me lembra SP, de alguma maneira, uma cidade grande, de negócios, não tão bonita assim na íntegra, mas, diferencialmente BH consegue lidar com suas proporções, expandindo em um crescimento ordenado a cidade, consegue ter alguma manutenção e cuidado (pricipalmente falando sobre a Savassi, a parte que presta da cidade :P) , e é muito arborizada - um ponto bem positivo.

Ademais, essa viagem foi muito importante para eu reformular e definir ideias.
Sei dizer que ano que vem, quero de novo!
E que as aspirações mais almejadas são o Amun e 'O' Gmun !!!

Terminando o assunto sobre modelos, gostaria de expressar alguns pensamentos acerca de nossa situação capixaba em modelos. Fico triste em ver que o Nações não tem condições de funcionar com qualidade esse ano - ao mesmo que compreendo e concordo com a razão dessas decisões - e por isso tenho esperança que iremos, de pouco a pouco, formar uma base sólida para ele acontecer da melhor maneira num futuro breve. Depende de muita disposição e empenho das pessoas, bem como da valorização mesmo daqueles que não estão envolvidos.
É um incentivo para os novatos e também um recrutamento de muitos por aí que gostam e ainda não se aventuraram por completo, apenas com essa união que poderemos fazer um projeto e um evento de muita qualidade em todos os âmbitos, mesmo que ainda pequenos, mas que sirvam para nossa diversão e satisfação.

Encerrando esse post, só me resta dizer que a minha Vida de MUN's me realiza muito!

Cidadania, estadania e apatia

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Em base da concepção de José Murilo de Carvalho, podemos expandir o último texto escrito sobre cidadania.
A primeira palavra do título banalizou-se, mas persiste e insiste. A cidadania moderna, ou seja, a integração das pessoas no governo via participação política, na sociedade, via garantia de direitos individuais, e no patrimônio coletivo, via justiça social, continua sendo aspiração de quase todos os países, sobretudo dos que se colocam dentro da tradição ocidental.

Simplificando muito, pode-se dizer que o processo histórico de formação da cidadania no Ocidente seguiu dois caminhos, um de baixo para cima, pela iniciativa dos cidadãos, outro de cima para baixo, por iniciativa do Estado e de grupos dominantes.

Français

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I'm learning French in Alliance française, a school that has quality to teach, where I hope to learn. I guess that it is a course worth doing because we have great classes, when we work constructively -even in basic level- grammar, reading, writing and, with special attention, oral practice.

Meanwhile, between the stages (levels), I will do tests that should recognize my improvement in the french language, the DALF/DELF ones.

My deadline to be well learned is 4 years, when I should be in advanced level and should be able to do an important exam.

Well, French is not that cool as German, but… it is much easier :P

At least, it is not so hard… Although, for me, it is not of an automatic comprehension. I need to stop, think, and then… I understand ;PP

And it also remembers me a little bit of Spanish, another Latin language… Anyways! I'm very satisfied ;)

Español

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It's interesting to see how easier it is to Brazilian people learn Spanish, this has a bad side, thou, you can easily mix the two languages and sometimes it's hard to scape from false cognates, meaning that you can end up speaking “portunhol”.

About my process of learning:
I'm taking a course in ‘instrumental Spanish’ where I see a few of the important bits of the language, it is not like a traditional course – and I think that I don't need to do that, as my teacher said.

The point is that the class needs to practice reading and oral, and, also, learn some grammar. I'm working hard ;)

Oh! I'm currently subscribed to the Coffee Break Spanish podcast, which is very well-made and constructive, especially to people whose mother tongue is English and is trying to learn Spanish. For me, it is nice to hear and practice, but it seems a little awkward because is too basic for the ones who are more familiar with the Spanish language.

It's quite weird when you realize how similar and different, at the same time, Spanish is from Portuguese. One of the most funny things is trying to pronounce correctly, “falando para dentro”, speaking not to the outside but to the inside of your own mouth.

And to acquire fluency, I plan to travel around Latin America, that's the most nice and simple way to learn. ;))

A sociedade de mérito

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Um belo texto do meu namorado, com ideias bastantes pertinentes:

A solidificação de uma sociedade baseada no mérito é etapa essencial para o desenvolvimento do país e que convergirá para a diminuição das diferenças sociais e de renda, que minoram a avaliação da imagem externa do Brasil. Para atingir esse objetivo, é necessário direcionar os esforços políticos e pessoais à criação de oportunidades para o aprimoramento da formação dos indivíduos. Suscitando, assim, pequenas revoluções de apenas um homem, que, somadas, serão capazes de mudar os destinos da sociedade e o futuro do país. São ações de pequeno porte, como a construção de bibliotecas, que podem dar início a esse processo.

O panorama atual do Brasil expõe a existência de um primeiro teste, a sorte, que direciona o futuro do indivíduo. Esse teste se resume em se a pessoa terá condições financeiras para, literalmente, comprar suas oportunidades e ingressar em uma sociedade de mérito, ou se dependerá de serviços públicos, que são, em sua maioria, de péssima qualidade e não permitem que ela tenha chances contra a concorrência em um sistema de mérito. A estratificação entre duas classes, a daqueles que participam da sociedade de mérito e daqueles que são excluídos dela, é parte do ciclo vicioso da concentração de renda no país.

A constituição brasileira tem, entre seus princípio, o direito à educação. No Direito Administrativo, a meritocracia tem valor fundamental. Na teoria, assim sendo, o problema está equacionado corretamente: O Estado deve prover uma boa educação e, por intermédio de vestibulares, de concursos públicos, da concorrência no mercado de trabalho e do mérito, a população conquistaria o seu futuro. No Brasil, este último termo está institucionalizado; o primeiro, todavia, não. Quando o Estado falha, o sistema de mérito fica corrompido e tende a perpetuar a situação inicial de concentração de renda, porque avalia, apenas, o mérito de uns poucos.

Não se pode esperar que o Estado sozinho resolva o problema. A sociedade deve cobrar dele iniciativas; mas, sobretudo, deve participar, ativamente, da solução. Isso porque a concentração de renda implica um custo de oportunidade altíssimo para a sociedade como um todo, na medida em que ela impede o crescimento do país e exija da sociedade pessoas que poderiam desempenhar funções importantes, além de favorecer a violência e a criminalidade e; também, conservar influentes fenômenos políticos, como o clientelismo e o populismo. É, portanto, do interesse da sociedade um maior engajamento visando à diminuição das desigualdades sociais.

O esforço político e da sociedade é importante, o esforço pessoal, entretanto, também essencial. Historicamente, alguns indivíduos de destaque econômico se dispuseram a impactar positivamente a sociedade e ao futuro de seu país. Exemplo emblemático é o do magnata americano Andrew Carnegie, que investiu sua fortuna no projeto de construir e de equipar uma biblioteca em cada cidade daquele país. Na atualidade, outro multibilionário americano, William Gates, é o personagem de maior destaque filantrópico do mundo, com projetos, principalmente, em países da África e em desenvolvimento, como o Brasil. Ambos exemplos expressam a significância que o esforço pessoal pode assumir na consubstanciação do futuro das sociedades.

A concentração de renda está no cerne da maioria dos problemas brasileiros. A solução desse problema pode ser obtida pela criação de oportunidades, em especial, por meio da educação, para os marginalizados, e pelo estabelecimento de uma verdadeira sociedade baseada no mérito. Para tanto, é necessário que os esforços políticos e pessoais confluam e sejam direcionados no intuito de possibilitar que os indivíduos mudem sua história, balanceando, assim, a equação e corrigindo o ciclo da concentração de renda. Proporciona-se, desse modo, um futuro primoroso ao país e a mudança dos destinos da sociedade brasileira.

Different Stars

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So I will hum alone, too far from you
All that I say now is nothing to you
We will lie under different stars
I am where I am and you're where you are, you're where you are.

Oh the weight it must be light wherever you are
And I know you don't think twice wherever you are
And I'd ask if you're all right wherever you are
And do you think of me, you might, wherever you are.

Confraternizar

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As etapas de nossas vidas passam por uma série de conquistas, superações, aprendizados e aprimoramentos que resultam em um amadurecimento que deve ser valorizado. Chamo isso de crescimento pessoal.

É preciso sim, celebrar e compartilhar nossas as alegrias e realizações.
Celebrar é conferir sentido à nossa história, estruturando-a com os acontecimentos e experiências que celebramos.

Celebrar e festejar significa marcar e manifestar nessa história as dimensões e acontecimentos mais determinantes na marcha da nossa construção pessoal.

Mas 'gostar de festa' é diferente de saber festejar. Bem como podemos exaltar o nosso sucesso e felicidade interiormente.

E por isso a definição adquire um novo sentido para mim, o qual é confraternizar.
Confraternizar é reunir pessoas especiais que dão sentido ao companheirismo e à união.
Esse ano resolvi confraternizar meu aniversário, só pelo fato de ser especial em prol de reconhecer como minha vida é feliz em conjunto com as pessoas que a compõe. ;)







A hora do bolo (lindo! "Agatha Te Amamos" e gostoso! Brigadeiro da Bee!) a vela que não queria acender e a desconfiança do povo que achava que eu não sabia cortar um bolo! :PPP
Vê se pode! "Que absurdo" ! ;D

Um dia especial

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Meu dia! Dia 01 de abril, justamente, por ser tão inacreditável minha presença nesse mundo... :P

17 anos. Não é mais a graça dos "sweet sixteen". E também não é a maioridade ainda. Falta apenas um aninho para ser uma adulta chata, haha ;P
De qualquer maneira, continuo pequena infante ;)

Por incrível que pareça, este ano estou com uma vontade imensa de celebrar. Confraternizar com as seletas pessoas queridas e especiais na minha vida. Sou muito feliz e eles fazem parte disso.

Que esse novo ano - até porque,o ano costumava começar nessa época - possa ser ainda melhor do que os passados, que possam vir mais experiências felizes e construtivas para a minha vida, complementando todas as coisas boas que já agradeço ao longo desses 17 anos! Que seja repleto do que há de melhor, com muito amor, saúde, harmonia, equilíbrio, paz, alegrias... Enfim!

Feliz aniversário para mim! ;D