Mais uma primavera do meu amor

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Comemoro, hoje, um dia muito especial em homenagem ao pai deste blog, o aniversário do meu beautiful lovely one!

No auge de sua vida, os anos o constituem um homem maravilhoso. E independente de temporalidade, em cada instante ele desperta tanto amor e felicidade em mim... Desejar menos do que isso como presente para o resto de nossas vidas, ao longo do anos, seria insuficiente. Que cada ano possa agregar cada vez mais sabedoria, alegrias acumuladas, prosperidade e tudo mais que o faz ser o homem pelo qual me apaixono mais e mais todos os dias. ;)

The very thought of you makes my heart sing
Like an April breeze
On the wings of spring
And you appear in all your splendor

My one and only love

The shadows fall and spread their mystic charms
In the hush of night
While you're in my arms
I feel your lips so warm and tender

My one and only love

The touch of your hand is like heaven
A heaven that I've never known

My One And Only Love

Tells me that you are my own
You fill my eager heart with such desire
Every kiss you give sets my soul on fire
I give myself in sweet surrender

My one and only love ;)
"I hope you don't mind, I hope you don't mind, that I put down in words...
How wonderful life is now you're in my world"
"I was made for loving you baby, you were made for loving me."
Agatha e Marcos
E, só para constar, adoro esses aniversários! Não posso deixar de mencionar que meu namorado é bem sortudo, afinal, são poucas namoradas que se empenham tanto quanto eu para tentar agradar o namorado da melhor maneira! ;)
Fico sempre tão contente com meus presentes de aniversário que dou - bem que um dia poderia fazer uma retrospectiva deles por aqui - assim, me sinto tão boa namorada, haha ;P

Feliz aniversário, meu amado Marcos! ;*

Falando em discursos bonitos....

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Remarks of President Barack Obama
“Responsibility for our Common Future”
Address to the United Nations General Assembly
September 23, 2009

In this hall, we come from many places, but we share a common future.

The religious convictions that we hold in our hearts can forge new bonds among people, or tear us apart. The technology we harness can light the path to peace, or forever darken it. The energy we use can sustain our planet, or destroy it. What happens to the hope of a single child – anywhere – can enrich our world, or impoverish it.
We must embrace a new era of engagement based on mutual interests and mutual respect, and our work must begin now.
We know the future will be forged by deeds and not simply words. Speeches alone will not solve our problems – it will take persistent action. So for those who question the character and cause of my nation, I ask you to look at the concrete actions that we have taken in just nine months.

Retórica e Efetividade

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Ao assistir este vídeo, um tanto antigo mas com muitas observações pertinentes à atualidade, várias indagações vieram à minha mente.


A aparente dicotomia entre a teoria e a prática torna a realidade muito triste, e, não bastam belas palavras para se concretizar uma ação. Uma retórica muito bem construída é necessária; é imprescindível convencer e aglutinar uma ideia como ponto de partida para estimular as pessoas, como um incentivo de esperança para efetivamente transformar a realidade, mas, em contrapartida, precisa-se igualmente de disposição, de responsabilidade, de compromisso e de empenho para converter meras palavras em atitudes.


Fato é que eu sempre senti muito isso, especialmente no fim de simulações de temas "verdes" ou "rosas" - meio ambiente e direitos humanos e afins, respectivamente - onde tudo é muito lindo no papel, mas na realidade... é frustrante.


Mas saber lidar com esse triste panorama também é um passo para conseguir reconstruí-lo. E isso, pouco a pouco vamos desenvolvendo... É se conscientizar dos pesares que afetam o mundo e ter coragem para contribuir na mudança de um melhor.

Milésimo tweet

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Afinal, o que o twitter tem de mágico? Há pouco virou a nova grande moda na internet, sabe-se lá porque... na maioria das vezes, porque é um meio bem dinâmico de informação. Mas oras, 140 caracteres é uma limitação infeliz para se transpassar uma boa informação. Aí dizem que a graça é ser sucinto e objetivo, mas, e aí, aquelas pessoas que seguem milhares de outras, por fim, conseguem ler alguma coisa ou apenas gostam de divulgar suas vidas ali? Pois bem.
capitalização de 1 bilhão de dólares, muita coisa para só 140 caracteres, não?

Quanto a mim, me infiltrei no twitter bem antes de nova onda, demorei para me adaptar, mas, me acostumei. E aí, ponderei que no ano passado manter um twitter era muito mais simples e ativo do que se manter um blog, justamente pela facilidade. E assim quase comecei a gostar do negócio. Quase.

De tão modinha, de um sucesso descontrolado, ficou banalizado. Virou uma grande bagunça. Virou página de fofoca. O momento que me conscientizei da abrangência do twitter foi quando fiquei pasma ao ver um outdoor de propaganda sobre o twitter. Oo

E agora tudo tem de estar lá no twitter. Desse valor exagerado que atribuíram ao negócio, acabei de ler que a capitalização do site chega em 1 bilhão de dólares. É muita coisa para só 140 caracteres, não? ;P

De qualquer forma, ainda não retiro o caráter de que, se bem utilizado, o twitter é uma ótima ferramenta de informação dinâmica. E isso pode ser muito útil em várias situações.

Fato é que hoje tweeto (isso se transformou em um verbo!!!) o meu milésimo tweet.

Parece muita coisa - e realmente é - mas funciona como um mini blog para mim. E até levei bastante tempo para concretizar esse número, desde os primórdios em que fui condicionada a acompanhar as coisas interessantes que meu namorado colocava por lá (bons tempos eram aqueles que só existiam as coisas do meu namorado na minha página, só o que eu postava e o que ele postava). Resisti muito para mudar essa situação, mas logo amigas minhas foram chegando, e aí... Pois é. Meu twitter virou uma rede social.

E falando em redes sociais e internet, parei para refletir que na verdade, não me adentrei na internet por livre-espontânea vontade. Me inseriram nela. Desde o primeiro email que não fui eu quem fiz/queria para mim; desde a insistência da minha amiga para ela fazer um orkut para mim e eu acompanhar as coisas também; desde o fotolog (!) que outra fez - e daí veio ela colocar um nickname: agathahd - para eu colocar minhas fotos e escrever um pouquinho, visto que eu gostava; desde o lastfm que meu amigo me mostrou o caminho da felicidade; desde o gmail que um outro amigo fez visto que era o email de maior qualidade e espaço, e por aí vai... Até meu namorado me induzir a criar muitas coisas por aí, ou criando para mim, como o blog e até mesmo a originalidade em criar a expressão carinhosa que virou um atual apelido - Pequena Infante - e enfim...

Poucas coisas eu realmente me inseri "voluntariamente por vontade própria", como o facebook, por exemplo. E de lá fui misteriosamente expulsa, vê se pode! Oo
cartas: meio de comunicação mais precioso e singelo, atenciosidade e carinho muito maiores

Fato é que, querendo ou não, acho que sou uma pessoa conservadora nessas coisas de mudanças e ainda mais com essas mil coisas tecnológicas. Assim, resisto um pouquinho a cair na tentação delas. E, bem como li aqui, também acho que sou uma pessoa saudosista. Também fico espantada com a mobilidade e velocidade que as redes sociais da internet trazem ao mundo, mas por fim, não acho que posso reclamar tanto disso ;P

Não posso, contudo, deixar de dizer que valorizo sim aquele tempo em que cartas eram o meio de comunicação mais precioso e singelo, com todo o caráter especial que isso tem. E significa muito para mim, até hoje. Acho que a alegria de ler belas palavras escritas à mão é inigualável. É uma atenciosidade e um carinho muito maior. Palavras que realmente foram pensadas para estarem ali, deram trabalho para escrever, enfim. E são perpétuas, se você guardar direitinho. É um valor imensurável.

E assim, a reflexão - inclusive da foto ali em cima - é que twitter sucks pois a comunicação se banaliza. Quão mais significativo é um telefonema. Quão mais interessante são horas e horas falando com a amiga no telefone do que só mandando um mensagem minúscula que não se consegue expressar quase nada. Pois é. Sinto saudades disso também.

Mas por fim, sugiro que deva existir um equilíbrio na utilização de todos esses meios de comunicação. Todos eles tem seus aspectos positivos e negativos, e no mais, é saber aproveitar da maneira que melhor lhe convier.

Sinceramente, nada melhor do que não precisar dos meios de comunicação para se relacionar com o outro e sim poder apenas desfrutar presencialmente de alguém.

Sendo assim, meu milésimo tweet segue com um beijinho ao meu amado que é o culpado de me inserir no twitter e culpado também é de fazer minha vida de relacionamentos e comunicação mais feliz. ;*

Amizade aristotélica

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Book of Lost Things
Uma pequena passagem da dissertação de Aristóteles sobre a amizade no Livro IX de "Ética a Nicômanos":

Em relação aos bons amigos, devemos tê-los tantos quantos pudermos, ou há um limite ao número de amigos de uma pessoa, da mesma forma que há um limite para a população de uma cidade? Não se pode fazer uma cidade com dez pessoas, e se houver cem mil pessoas não teremos mais uma simples cidade. Mas o número conveniente não é a unidade, e sim algo compreendido entre certos limites determinados. Em relação aos amigos, igualmente, há um número limitado - talvez o maior número de pessoas com as quais se possa conviver (considera-se que a convivência é a característica por excelência da amizade), mas é óbvio que uma pessoa não pode conviver com muitas outras nem dividir-se entre elas. Além disto, estas pessoas devem ser amigas uma das outras, se elas devem passar seus dias juntas, e é difícil satisfazer esta condição com um grande número de pessoas.

Também se pensa que é difícil que uma pessoa possa participar intimamente das alegrias e tristezas de muitas outras, pois provavelmente acontecerá que alguém tenha ao mesmo tempo de alegra-se com um amigo e de chorar com outro. Presume-se, então, que é bom não procurar ter tantos amigos quanto pudermos, mas tantos quanto bastarem para efeito de convivência, pois parece realmente impossível ser um grande amigo de muitas pessoas.

É por isto que não se pode amar muitas pessoas; o amor é uma espécie de amizade superlativa, e isto só se pode sentir em relação a uma única pessoa; logo, também uma grande amizade somente pode ser sentida em relação a poucas pessoas. Esta asserção parece confirmada na prática, pois não encontramos muitas pessoas que sejam amigas à maneira dos companheiros, e as amizades famosas desta espécie são sempre entre duas pessoas. Considera-se que as pessoas que têm muitos amigos e confraternizam intimamente com todos não são amigas sinceras de qualquer deles (salvo no sentido em que os concidadãos são amigos) e tais pessoas são também chamadas lisonjeadoras. No sentido em que os concidadãos sejam amigos, realmente, é possível ser amigo de muitas pessoas sem ser lisonjeador, e sim uma pessoa autenticamente boa, mas não se pode cultivar com muitas pessoas uma amizade baseada na excelência moral e no caráter de nossos amigos, e devemos dar-nos por felizes se encontrarmos uns poucos amigos desta espécie.

Sábias palavras, Aristóteles... Te entendo.

Drama

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Aproveitando o que esta reportagem abordou, queria ressaltar a a ideia de que tudo depende de como você observa os fatos e as circunstâncias de sua vida, de que as coisas mais maravilhosas e realmente importantes têm muito mais a ver com o significado que nós mesmos damos a elas. E que às vezes um drama também pode dar uma graça nelas.

Entretanto, existem vários tipos de drama - e o dom de ser dramático é para poucos... - Às vezes, dramas não são simplesmente uma graça nas situações e dependem muito da maneira que serão interpretados e da real conotação que possuem: Seria um drama de brincadeira ou uma verdade séria?
Hummmm...

458 anos de Vitória

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Sempre quis escrever um pouco sobre a cidade que vivo e que considero uma das melhores para se viver (comprovado na qualidade de vida e no PIB, haha), especialmente quando volto de viagens - onde sinto tanta saudade daqui, da brisa úmida, dos ventos resfrescantes, da cidade bonita e plana, com uma praia sempre ali para embelezar. Além do mais, nossa ilha tem vários encantos e é um ambiente muito agradável de se viver, mesmo não sendo tão desenvolvida quanto deveria e ter muitas faltas a superar. Que os anos possam trazer cada vez mais aspectos positivos para nossa cidade!

Um poema para ilustrar os prazeres de nossa cidade:

"Vitória,
da Praça Oito
onde sentada num banco
com um sorriso no rosto
vejo o tempo passar
e abraçar esta cidade do amanhã.

Da Ilha das Caieiras
da moqueca verdadeira
das desfiadeiras (e casquinha de siri, e torta capixaba!)
do passeio de Escuna pela Rota do Manguezal (ainda quero fazer esse passeio!)
do Mirante da Fonte Grande
dos amantes de praia e sol.

Da Curva Da Jurema
recanto de cena de cinema
com seus quiosques que convidam
para uma deliciosa comida
que eu aprecio com a água do mar
feito poema beijando os meus pés.

Vitória,
Ilha do Mel
entre o mar e a montanha
céu que enlaça todas as crenças e raças
da Igreja do Rosário
da Catedral de Vitória
do Santuário de Santo Antônio
do olhar de Iemanjá sob o mar de Camburi.

Da fama das madrugadas na Rua da Lama
do Parque Da Pedra Da Cebola
do Parque Moscoso e fotos no lambe-lambe (hm?!)
da Praça Do Desejo
da beleza da Pedra Do Penedo
do agito gostoso do Triângulo das Bermudas (haha)
do trabalho bonito das Paneleiras de Goiabeiras
do comércio tradicional da Vila Rubim.

Enfim, de um povo ordeiro
hospitaleiro
e como todo brasileiro
verdadeiro cidadão do Mundo."

Roberto Pereira


E, só para constar, como mamãe bem disse, a tempo do aniversário da cidade, a nova Ponte da Passagem foi inaugurada...

Independência do Brasil

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Nada como um discurso tão bonito para a celebração da independência brasileira no dia 7 de setembro.

Queridas Brasileiras e Queridos Brasileiros,

É comum que o 7 de setembro sirva para a gente enaltecer o passado e pensar o presente. Desta vez é diferente: este é o 7 de setembro do Brasil festejar o futuro. De celebrar uma nova independência.

Esta nova independência tem nome, forma e conteúdo. Seu nome é pré-sal; seu conteúdo são as gigantescas jazidas de petróleo e gás descobertas nas profundezas do nosso mar; sua forma é o conjunto de projetos de lei que enviamos, há poucos dias, ao Congresso Nacional. E que vai garantir que esta riqueza seja corretamente utilizada para o bem do Brasil e de todos os brasileiros.

Peço a cada um de vocês que acompanhe passo a passo as discussões destas leis no Congresso. Que se informe, reflita, e entre de corpo e alma nesse debate tão importante para os destinos do Brasil e para o futuro de nossos filhos e netos.

Posso resumir em duas frases a proposta do governo: de um lado, ela garante que a maior parte da riqueza do pré-sal fique nas mãos dos brasileiros; de outro, ela impede que qualquer governante gaste de forma irresponsável estes recursos. E mais: obriga que este dinheiro seja aplicado em educação, ciência e tecnologia, cultura, defesa do meio-ambiente e combate à pobreza.

(...)

Minhas amigas e meus amigos,

O que deve fazer um povo livre, responsável e soberano ao receber tamanha dádiva de Deus? Garantir que esta riqueza não escape de suas mãos, buscar os meios mais eficientes de explorá-la e modernizar suas leis para não repetir os erros de outros países.

A história tem mostrado que a riqueza do petróleo é uma faca de dois gumes. Quando bem explorada, traz progresso para o povo. Quando mal explorada, ela traz conflitos, desperdícios, agressão ao meio-ambiente, desorganização da economia e privilégios para uns poucos. Assim, alguns países pobres, ricos em petróleo, não conseguiram jamais sair da miséria.

Por isso, dei orientações bem claras aos ministros. Primeira: o petróleo e o gás pertencem ao povo brasileiro. Como no pré-sal, os possíveis sócios terão poucos riscos, eles não podem ficar com a parte da renda. Ela tem que ser do povo. Segunda orientação: o Brasil não pode ser um mero exportador de óleo cru. Vamos agregar valor aqui dentro, exportando derivados, como gasolina, diesel e produtos petroquímicos, que valem muito mais. Vamos construir uma poderosa indústria de equipamentos e serviços e gerar milhares e milhares de empregos brasileiros. Terceira orientação: não vamos nos deslumbrar e sair por aí, como novos ricos, torrando dinheiro em bobagens. O pré-sal é um passaporte para o futuro.

Vamos investir seus recursos naquilo que temos de mais precioso e promissor: nossos filhos, nossos netos, nosso futuro.

(...)

Minhas amigas e meus amigos,

Este é um governo que acredita no Brasil e no que ele tem de mais rico: o seu povo.

É por isso que propomos que os recursos do pré-sal sejam colocados em um fundo social, controlado pela sociedade, e que será aplicado, majoritariamente, em desenvolvimento humano. De um lado, o novo fundo será uma mega-poupança, um passaporte para o futuro, que nos ajudará, entre outras coisas, a pagar a imensa dívida que o País tem com a educação e a pobreza.

De outro lado, funcionará, também, como um dique contra a entrada desordenada de dinheiro externo, evitando seus efeitos nocivos e garantindo que nossa economia siga saudável, forte e baseada no trabalho e no talento de nossa gente.

Todos estes temas estão agora em discussão no Congresso Nacional e eu sei que contaremos, mais uma vez, com o apoio livre e soberano do Legislativo na construção deste novo Brasil.

Uma ação desta amplitude só pode ocorrer, de forma saudável, em um ambiente democrático. A democracia é o ambiente mais saudável para o crescimento.

O embate e a paixão política fazem parte do universo democrático, mas não podemos deixar que interesses menores retardem ou desviem a marcha do futuro.

Uma democracia só se fortalece com a participação da sociedade. Por isso se mobilize, converse com seus amigos, escreva pra seu deputado, seu senador, pra que eles apoiem o que é melhor para o Brasil.

O Brasil não tem medo de crescer, nem de buscar os melhores caminhos. Não vai ficar preso a dogmas, a modelos fechados ou a falsas verdades.
O Brasil acredita no livre mercado mas também no papel do estado como indutor do desenvolvimento. E saberá sempre buscar o equilíbrio que garanta o melhor para seu povo.

Queridas brasileiras e queridos brasileiros,

É tempo de ampliarmos, ainda mais, a nossa esperança no Brasil. A independência não é um quadro na parede nem um grito congelado na história. A independência é uma construção do dia-a-dia. A reinvenção permanente de uma nação. A caminhada segura e soberana para o futuro.

Viva o 7 de setembro!

Pronunciamento do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, à nação brasileira no 7 de setembro de 2009.

Tolerance

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I guess tolerance is the keyword to be patient. You need to comprehend the others flaws, deal and accept it. It is not easy, but we have to try, and then, based on the assumption that we have to bear somethings from others, we will be more able to control our patience.


Regarding the little things of the routine that take away our patience, we should try not make them a big deal, otherwise, it will stress us out and it isn’t worth it.


How to worry less.

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"It is an eternal conscious process in effort to my self-improvement and happiness."


How I did it: Being emotionality stable, I could surmount my anxiety, and realize that isn't a reason to worry.

With this in mind, we simply should enjoy the life, see the bright side of the world and be happier.


Lessons & tips: First of all, worry less means that you shouldn't transform every little problem in the worst that it can be. You always have to minimize the bad thoughts and think positive.

We should simply deal with our problems, instead of over-thinking and make it a big worry.

The harder part of everything should be the confusion and complexity that those thoughts become when we are worrying about a thing.

Clean your mind, distinguish what is important from what is unnecessary to be thinking, and then, try to focus how you can deal with this worry, how can be accepted or surmounted, solving your problem.

As far I'm concerned, we don't have to worry about every little thing, because excessive worry is a serious problem of anxiety disorder that, in most of the cases, you can overcome. It is not right to live as an anguish and afflict person. You should just forget these little things that makes us ill, whose brings so many headaches to ourselves.

The past is already gone, the present problems will be somehow solved and the future will come as better you make your present, simple like that.


Resources: You also need to be confident that the things will be all right. It is like the Serenity Prayer (and serenity is just what we need when our minds are full of worries): "To accept the things I cannot change, courage to change the things I can, and wisdom to know the difference."


It took me 2 years.


It made me more relaxed and less complicated

Daydreamers

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"A dream is a wish your heart makes
when you're fast asleep.
Whatever you wish for, you keep.
Have faith in your dreams, and someday,
your rainbow will come smiling through.
No matter how your heart is grieving,
if you keep on believing,
the dreams that you wish will come true.

I have dreamed in my life,
dreams that have stayed with me
ever after, and changed my ideas;
they have gone through and through me,
like wine through water,
and altered the color of my mind."

Emily Brönte


E sobre daydreamers, um texto interessante.

Línguas estrangeiras

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Uma das coisas que mais me encanta academicamente é o que as línguas estrangeiras podem me trazer de singular. Cada língua tem suas mais diversas - e interessantes - peculiaridades e isso é incrível para mim! Quero ser uma pessoa capaz de ter minhas próprias interpretações acerca dos mais variados textos ao redor do mundo, em diferentes línguas - e não ficar "Lost in translation", como exemplificou o escrito acima. Por meio da linguagem, quanto conhecimento você pode abstrair de uma cultura, de um povo, de uma civilização...

Ademais, as línguas estrangeiras me transformam também. Quantos aprendizados de crescimento pessoal posso ter aprendendo uma nova língua! O Alemão me ensinou a acreditar no som e na fonética de um vocábulo ante a palavra escrita; o Francês me fornece o ímpeto de desenvolver e 'inventar', ir além com curiosidades; o Espanhol me mostra que devo ter segurança em meu conhecimento e saber utilizar sim as influências de outros âmbitos de linguagem, o dito 'enrolar' :P

Já no Inglês, a língua que estudo há mais tempo, analiso que não é apenas ter um conhecimento básico (aquilo que meramente aprendemos nos cursinhos), mas sim saber aplicar e desenvolver com muita qualidade tal conhecimento, de forma que você possa cada vez mais aprofundar e aprender mais.

Para cada língua coloquei um link de referência ao meu 43 things, que acompanha meu progresso de aprendizado e interesse sobre elas. Confiram! ;)

Strange Seas of Thought

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Strange Seas of Thought - From Cambridge Ideas from Cambridge University on Vimeo.



What goes into the creative process?

A dinamicidade de ideias são velozes instantes de pensamentos inter-conectados: associação de palavras similares e de significados, a compreensão holística das coisas e a amplitude de pensamento.

A sensação nesta fase pode ser a de uma aceleração dos seus processos mentais, um período positivo e produtivo no que diz respeito às atividades intelectuais, favorecendo muito as leituras, os estudos, os testes.

Não é apenas ter conhecimento, mas sim saber analisar e perceber...

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E aquelas conversas com vários nexos paralelos e inúmeros adendos? haha ;P

Um pouco confuso? Pode ser ;P

Mulher de um homem só

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Agatha, leitora

"Mulher de um homem só" é um livro de Alex Castro, autor do blog LLL - também escritor de outros livros que já li, como "Radical Rebelde Revolucionário" e "Onde Perdemos Tudo" - que, ao meu ver, retrata muito bem os limites de uma amizade intima entre o sexo oposto e o relacionamento afetivo de um casal, bem como a interferência que isso tem e de como isso funciona para os três indivíduos envolvidos.

Não tem como não gostar do livro. O jeito leve e envolvente do livro cativa o leitor a lê-lo de uma vez só, como se a narradora, Carla, estivesse ali batendo papo com você. Para mulheres então, nós adoramos isso! Foi por essas e outras que meu namorado comprou o livro e me disse: "Comprei especialmente para você, leia primeiro" ;)

Abaixo, faço minhas observações particulares sobre o livro.

(Cuidado, spoilers! - como já disseram, é muito difícil fazer um relato desse livro sem spoilers, o que não deixa de ser interessante!)

Enquanto lia, já estava interessada em escrever sobre alguns pontos que se mostravam interessantes para mim, mas me inspirei mesmo a escrever uma pequena e simplória resenha após ler o posfácio, gostei muito de algumas reflexões e análises que pude tirar dali.

A princípio, começo pelo título, "Mulher de um homem só" consegue retratar bem a situação de duas mulheres que devotam a vida a um homem que representa praticamente tudo em suas respectivas vidas, seja pela importância ou o papel que ele assume.

Poderíamos dizer que o título de mulher de um homem só caberia muito bem a esposa, Carla, visto que conforma sua vida em torno do casamento precoce e pela postura de colocar o marido sempre no centro de sua vida, sendo que parece que o foco de sua vida não é mais voltado para si, e a partir daí, abre mão de muitas coisas para ficar dependente de só uma.

No entanto, existe mais uma mulher envolvida no enredo e esta tem relevância fundamental: Júlia é a pessoa que está presente desde a infância do marido de Carla, sendo uma melhor amiga de todas as horas e totalmente devota ao amigo, sendo ele um pai, um irmão, um psicólogo e muito mais... Esse muito mais que preocupa :P

Pois é, nós, mulheres, temos sérias dificuldades para entender uma amizade assim, fato. Até porque - como se revela (!) e se confirma no livro (obrigada Alex, não era paranoia nossa, nem infundamento de Carla) -, sabemos que é muito difícil uma pessoa ser unida assim e não ter nenhuma segunda intenção ou desejo... (é claro que existem muitas exceções nessas situações, por exemplo, se o homem é homossexual, se a mulher já é realmente apaixonada por outro e enfim..., é algo muito relativo). Há quem venha com o argumento de que um olha para o outro como se fossem irmãos, que não há atração alguma... No entanto, isso é muito permeável, relações de amizade e amor seguem uma linha tênue...

E afinal, qual é o limite da intimidade? Acho que isso é uma questão muito interessante levantada pelo livro.

O mistério do livro é o Murilo, o marido e amigo. Realmente gostaria de ter mais pareceres sobre ele, de suas origens, de suas razões e de muito mais. E aliás, Carla esqueceu de contar algo crucial em sua história, algo que muitas mulheres adoram contar, como os dois se conheceram. Mais interessante seria Murilo contando isso, retratando a relevância que Carla assume em sua vida para os dois formarem um laço matrimonial, porque, oficialmente, quem é a mulher dele é Carla. Poderia ser clichê, mas adoraria se o livro tivesse uma continuação assim: 'Homem de só uma mulher' ou de duas, afinal. Imaginem, "Homem de duas mulheres"! Mas sinceramente, Murilo não me transpassa essa dualidade. Isso que é difícil para eu, como leitora, conseguir lidar... Afinal, é difícil não conseguir formar um parecer concreto de um personagem, de maneira a deterministicamente saber "se eu posso gostar ou ter raiva dele", só odeio essa neutralidade de sentimento que tenho de assumir por ele. ;P

Voltando a questão do título, Alex Castro no seu posfácio conta que lhe interessava, primeiramente, o título "Uti possidetis", e eu adorei demais, porque para mim se adéqua perfeitamente ao livro. Com a intenção de significar usucapião - que em português não fica tão bonito nem tão agradável como em latim, mas... - levanta reflexões muito interessantes ao livro. Quem estaria fazendo usucapião de Murilo, no final das contas? Quem se intrometeu na história, seria a mulher oficial no meio da amizade de Murilo e Júlia ou a Júlia que não soube restringir-se a sua singela posição de apenas amiga? Ou seria Murilo o culpado de toda essa confusão, por não saber estabelecer os limites dessas relações? Isso é muito interessante!

Pois então, no critério narrativo, a narração feminina é incrível! Pelo menos, mais uma vez, eu como mulher, adorei. É realmente muito identificável todas as atitudes que Carla assume, em torna-se amiguinha próxima de Júlia também, escutando todas as "julices" (adorei isso!), porque afinal, nenhuma mulher quer a melhor amiga do respectivo marido fazendo intrigas no relacionamento... E sim, ciúmes: inevitável. Inevitável para qualquer um, ainda mais para qualquer mulher. Mas olha, não posso tirar a razão de Carla - apesar de uns grandes exageros (mas mulheres tendem a hipérboles e desesperos nessas horas mesmo) - por existir até uma base no fundamento de ciúme dela, segundo a regra: oportunidade + 'motivo'.

Entretanto, não sei se foi por influência de ter lido antes "A Insustentável Leveza do Ser" e ter gostado tanto da tática narrativa, eu iria adorar se a narração fosse tríplice, em que o três indivíduos do relacionamento em partes separadas e intercaladas iam narrando o enredo e contando sob suas respectivas óticas, algo muito interessante que atribuiria uma dinamicidade única ao livro. Fica como sugestão de uma técnica bastante perspicaz de ser usada. ;)

Ademais, depois dessa minha análise pode se perceber como eu gostei do livro. Portanto, não há mais o que se dizer além de agradecer e parabenizar o autor, Alex Castro.

Indico o livro e recomendo veementemente, especialmente para muitas amigas minhas, haha! ;D