Doctor Who

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Doctor Who é uma série brilhante

Como indicar por onde começar em uma série lendária? É quase injusto tentar escolher alguns poucos episódios como favoritos porque, em Doctor Who, os episódios se completam, são interligados, e a cada vez que assisto vejo quão bem pensados eles são!

Mas eu diria que as pessoas que querem começar assistir devem começar pelas histórias paralelas ao enredo, ou seja, um episódio dito 'aleatório' onde você não precisa ter um background para se envolver com a série.

Doctor Who é lindo porque mexe com toda a complexidade do tempo-espaço. Dessa forma, consegue ser uma série histórica e futurística ao mesmo tempo. Os episódios mostram hipóteses de um passado, onde tentam preencher aquela lacuna histórica ou aquela curiosidade que todos nós temos com a possibilidade mais interessante.

Doctor Who é considerada uma série de ficção científica (ou Sci Fi) justamente por suas visões de futuro, a tecnologia em si e consigo seus problemas derivados.

Mas lindo ainda! É uma série astronômica. Incrível, incrível.

No entanto, o melhor é conseguir envolver tudo isso com perspectivas nas relações humanas, mostrando a essência do ser humano (tanto no passado, quanto no presente e futuro) e seu comportamento perante o Universo.

No interlúdio entre o último episódio especial e a nova temporada que está por vir, resolvi fazer uma pequena retrospectiva e moldar uma lista do que é admirável em Doctor Who. Na verdade, recomendo assistir a série toda, mas... Sei que é um tanto complicado isso ;P

Segue abaixo, então, a minha lista de melhores episódios (da série mais recente) e minhas considerações sobre.

1ª Consideração importante

Os episódios de Doctor Who se remetem a várias viagens no tempo, em que muitas vezes a presença do doutor é o essencial para solucionar uma situação inadequada que deve seguir um rumo ideal na história (apesar de que, e essa é uma questão muito interessante, há as situações que não se deve alterar, os fixed points in time and history). Devido a interferência do doutor (mesmo sendo que foi para resolver uma intercorrência), essa situação alterada sempre terá 'recaídas', ou seja, ao longo das temporadas iremos acompanhar a evolução de várias situações que sempre precisam de ‘reparo’, e que mesmo seguindo o caminho adequado, nunca mais serão as mesmas...

2ª Consideração

Não sei dizer se a lista está em ordem de importância, porque não sei bem definir o que pode ser melhor em Doctor Who.

Os episódios

Blink: Season 3, ep. 10
We've never been able to look at statues the same way since.

Silence in the library
Forest of the dead
Os dois grandes episódios (diria que são meus preferidos) da Season 4

Empty Child: Season 1, ep. 09
É onde o lindo e maravilhoso Captain Jack aparece, muito considerável isso! ;P
Arguably the most memorable story of the series since its return. Second World War London is brilliantly brought to life as a backdrop, Captain Jack (John Barrowman) enters the scene and enjoys some great interplay with the Doctor, Rose (Billie Piper) flies across London hanging to a barrage balloon during an air raid, Richard Wilson metamorphoses into a man with a gas mask for a face - and who would have thought that the question "Are you my mummy?" could prove so frightening? The titular empty child is one of the most chilling figures the series has produced, and just for once we have a happy ending.

The Doctor dances: Season 1, ep. 10
Everybody lives!

Utopia: Season 3, ep. 9


Fear Her: Season 2, ep. 09 (contexto em 2x08)
Interessante perspectiva sobre as crenças e o poder das ideias;

Bad Wolf
o final da 1ª temporada é lindo, Series 1 Doctor Who 2005, o fim de Christopher Eccleston :(

O final da 2ª temporada, ep. 13, com Doomsday (e o episódio anterior como contexto)
São interessantes as exposições sobre os universos paralelos e as escolhas dos indivíduos, tais escolhas que podem criar várias realidades alternativas no time vortex (void);
Também é a suposta despedida de Rose (a grande companion do doutor), que por mais que eu não seja fã dela, foi uma despedida muito triste... Por ter sido um ‘farewell’ incompleto, a brecha (the rift) no espaço-tempo se fechando totalmente sem eles se expressarem plenamente, sem o doutor dizer as três palavras mais importantes para ela...

New Earth: Season 2, ep. 01


End of the World: Season 1, ep. 02
O nome me lembra o último episódio da Series 4, End of the Time;

Love & Monsters: Season 2, ep. 8
Um episódio ‘simples’, mas com uma bela mensagem final que expressa bem o que considero sobre a vida: A vida, apesar dos pesares, apesar de não ser o modelo de perfeição nem do que desejaríamos como ideal, vale a pena justamente pelo equilíbrio entre tantas outras coisas melhores e mais preciosas que aparecem em compensação;

Gridlock: Season 3, ep. 3
sobre o "Bliss" (para Artur);

Father’s day: Season 1, ep. 08
Para esclarecer o pensamento que muitos tem de voltar no tempo para ver/salvar alguém e de quão problemático/complexo isso é e também mostra o lado impetuoso de Rose que eu não gosto :P
what is meant to be should be

Shakespeare Code: Season 3, ep. 2
Sobre o poder das palavras;

The Lazarus Experiment: Season 3, ep. 06
viver para sempre?

Comic Relief de 2007
São poucos momentos em Doctor Who que gosto da Catherine Tate, mas posso citar esse como muito bom!

The Unicorn and the Wasp: Season 4
sobre Agatha Christie! ;D

The Fires of Pompeii: Season 4
gosto do aspecto histórico, inclusive dos fixed points', abordados nesse episódio.

Sobre os episódios mais antigos

The Massacre of St Bartholomew's Eve (William Hartnell, 1966)
A sober tale of the lead-up to a massacre of Huguenots in France in 1572 is not the most obvious historical event to be mined by the programme, but it proves to be gripping fare, and it pulls no punches in bringing the horrors of religious persecution to life. This is the first time we get a double for the Doctor, in the shape of the fanatical Catholic Abbot of Amboise (also played by Hartnell), and with the Doctor himself absent for much of the story, companion Steven (Peter Purves) is effectively left adrift in history and has to cope as best he can. A perfect example of the educational remit of the original series being fulfilled. Tragically only the sounlirack survives, because the BBC wiped the tape.

Inferno (Jon Pertwee, 1970)
The original series is at its most mature in this seven-part fable about the powers that could be unleashed if we start to mess with our planet. The use of a parallel universe heightens the drama, as the Doctor actually witnesses the destruction of Earth while on a parallel world where his friends are all fascistic versions of themselves. It's a fine example of the work of one of the series’ great directors, Douglas Camfield, and the pace never lets up.

The Curse of Fenric (Sylvester McCoy, 1989)
A fantastic tale from the final series of the classic run. A complex tale of awakening ancient evil, faith (or lack of it), sexuality and betrayal, with companion Ace (Sophie Aldred) really being put through the emotional wringer by the Doctor and coming of age as a result. Even Nicholas Parsons as a vicar doesn't let the side down. Remarkably, we get a scene spoken entirely in Russian (with subtitles). Shame no one seemed to be watching the show at the time.

City of Death (Tom Baker, 1979)
A plot about the theft of the Mona lisa; a script co-written by Douglas Adams; Tom Baker in fine form; a suave Julian Glover showing why he’d be later cast as villains in the Star Wars, James Bond and Indiana Jones franchises; cameos from John Cleese and Eleanor Bron… All of these things confidently combine to make the single most entertaining story from the original run for non-fans to watch. Perhaps unsurprisingly, the final episode of this four-part story holds the record for the highest viewing figures of any episode in the series' history at 16.1 million.

Genesis of the Daleks (Tom Baker, 1975)
The Time Lords send the Doctor to Skaro's home planet to ensure that the Daleks will never be created. It's the first appearance of Davros, who, like the Daleks, was such an iconic design that the current team haven’t felt the need to rethink his design in the new series, and Michael Wisher gives an extraordinary performance in the role. Some of the dialogue between the Doctor and Davros is among the best the series has ever had. The Daleks, created by scriptwriter Terry Nation, were inspired by the Nazis, and this influence is laid bare in the militaristic Kaleds (the Daleks' forebears). The production pulls no punches when it comes to the horror of war, naturally upsetting Mary Whitehouse in the process.

The Caves of Androzani (Peter Davison, 1984)
Peter Davison bows out of the role with easily the best regeneration tale. There is something of a Jacobean revenge tragedy in this grim story of corporate greed, conflict and betrayal, and the Phantom of the Opera motif rears its head in the figure of Sharaz Jek (Christopher Gable), the first of many villains to lust after the nubile Peri (Nicola Bryant). John Normington’s asides as Trau Morgus add to the character's evil machinations and Graeme Harper's direction lifts the story to new levels. No wonder he was asked to return to the new series (he's the only director to have that honour). There’s huge body count in this episode as every single male character dies, leaving only two women survivors. Davison gives the performance of his life.

The Talons of Weng-Chiang (Tom Baker, 1977)
A superb pastiche of the Sherlock Holmes and Fu Manchu novels with a bit of the Phantom of the Opera thrown in for a good measure - and it’s all beautifully scripted by the best Doctor Who writer of them all, Robert Holmes. Holmes (who also wrote Caves of Androzani, above) always seemed to have a knack of creating great double acts, and in the impresario Henry Gordon Jago (Christopher Benjamin) and pathologist Professor lightfoot (Trevor Baxter) he comes up with his best - two memorable allies for the Doctor who were nearly given a show of their own as a result. Also memorable is the psychopathic miniature villain Mr Sin (Deep Roy). No cliché of Victorian London (fog, hansom cabs, Chinese laundrymen, Music Hall and opium dens just for starters) is left unmined, making this marvellous six-parter seep atmosphere. The top-notch characterisation, direction and performances, with Tom Baker at the top of his game, make this the perfect Doctor Who story.

Top 10

E mais uma pequena lista que achei sobre os episódios mais renomados:

  1. The Caves of Androzani (1984 - Peter Davison)
  2. Blink (2007 - David Tennant)
  3. Genesis of the Daleks (1975 - Tom Baker)
  4. The Talons of Weng-Chiang (1977 - Tom Baker)
  5. The Empty Child (2005 - Christopher Eccleston)
  6. Human Nature (2007 - David Tennant)
  7. Pyramids of Mars (1975 - Tom Baker)
  8. City of Death (1979 - Tom Baker)
  9. The Robots of Death (1977 - Tom Baker)
  10. Bad Wolf (2005 - Christopher Eccleston)

Bom, para nós, fãs de Doctor Who, por mais que David Tennant não continue mais como doutor (nos apegamos a ele, depois de alguns anos), temos a alegria de saber que Steven Moffat será o novo diretor de Doctor Who - e ele é responsável pelos episódios mais admiráveis da série, então... Creio que podemos ter ótimas expectativas pelos novos episódios!

Que venha a nova temporada de Doctor Who, aguardamos ansiosamente! ;DD