Uma breve análise sobre a obra "North and South"

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Sempre soube que "North & South" era uma grande obra, mas só tive a oportunidade de vislumbrar isso assistindo as séries da BBC sobre os grandes clássicos da literatura inglesa. A minissérie de "North & South" é incrivelmente bem feita, demonstrando todos os pontos relevantes do enredo - é claro que naquele mesmo modelo mais comercial e moderno para a audiência, sendo essas as maiores alterações (um certo anacronismo não apropriado para o período histórico das obras) e sem as sutilezas implícitas que envolvem o decorrer romântico desses grandes clássicos literários.

E então, mais uma vez encontro-me na situação onde não consigo aguentar a agonia da essência amorosa do ser humano sempre tender a complicar as coisas, envolver-se em inúmeros mal-entendidos, fazendo tudo dar errado só porque não aceita a simples ideia de ser feliz, de amar e de ser amado.

Sobre a história em si,
The novel from Elizabeth Gaskell is story does not have the light satire that we enjoy in Austen's novel, but is more of a serious tale with political and social underpinnings. Gaskell contrasts the industrial North of 1850's England to the more bucolic, slow-paced and cultured South. The heroine (Margaret Hale) and her family are uprooted from their beloved home in the South and move to the smoky, gritty, industrial Northern town of Milton. Margaret is very homesick, and takes an instant dislike to Northern ways—in particular she finds reason to disdain young cotton mill owner John Thornton, who is an honourable man but unfortunately gives her a very bad first impression.
On the other hand, Mr. Thornton becomes quickly smitten with Margaret, most likely in part because she is uniquely strong-willed and outspoken, and perhaps a little similar to his own mother (Sinead Cusak). Thornton is aware that, as a man who works in trade, Margaret might not consider him "good enough." (Back in those days, the genteel class looked down their noses at tradesmen and people who manufactured goods—i.e. "shoppy" people. This same snobbery is evident in Pride & Prejudice as well.) But, Thornton cannot help but be drawn to her anyway—and after all, he has some reason to hope that she might consider him to be an acceptable suitor: He is rich, successful, well-respected in the community, and most young women in town consider him to be a prime catch.

A partir desses excertos, percebe-se o primeiro empecilho do amor florescer entre pessoas de origens tão distintas, entretanto, o romance não se prende a isso, e sim a mostrar como a essência humana é peculiar e ao mesmo tempo pode se adaptar, se transformando e achando um ponto de equilíbrio e sintonia entre duas personalidades, havendo uma compreensão mútua. Assim, Margaret pode realizar de pouco a pouco o seu amor por Thorton, enquanto ele certamente já era apaixonado por ela, embora que cheio de ressentimentos por a princípio, ela não saber corresponder. O triste da história é o talento de Margaret de estragar a alegria - e a coragem, até - dos homens. Quando eles insinuavam em pedi-la em casamento, ela já os reprimia, e assim, assumia uma postura de 'heart-breaker': “Oh there are others? ... Of course. You must have to disappoint so many men that offer you their heart.” (John Thornton)

O detalhe ainda mais triste é que o primeiro cara que ela 'quebrou o coração' assistiu a reconciliação dela com Thornton - Sei quão desagradável é isso, mas então... É a vida.

Entretanto, é importante ver que a vida, contrariando todos os empecilhos, continua sempre fornecendo oportunidades de remediar e superar o orgulho, até um momento que "The clear conviction dawned upon her, shined bright upon her, that he did love her; that he had loved her; that he would love her." (Elizabeth Gaskell, N&S Chapter 25)