E se?

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Nesses últimos dias, como se não tivesse mil outras coisas em pauta, comecei a assistir uma série muito interessante, Being Erica[1]. Gostaria de fazer uma breve reflexão sobre a proposta dos episódios que tratam sobre o crescimento pessoal e auto-conhecimento da protagonista, dentre os diversos problemas da vida.

Apresenta-se a interessante questão de se analisar o passado, não apenas como fonte de superar traumas, mas de realmente aprender as lições que já foram vividas para serem melhores utilizadas no presente. Na verdade, é uma reflexão interna sobre os dizeres de Churchill:
Those who fail to learn from history are doomed to repeat it.
Assim, a série trabalha com várias hipóteses de transformação dos aprendizados do passado que causam efeitos no presente, o que logo nos lembra uma situação bastante cotidiana de pensar sobre o "e se": "E se tivesse feito de outra forma...; e se não fosse assim...?"

De fato, penso cada momento da vida é feito de escolhas, e, ainda que melindrosas, são elas que definem o rumo seguinte - e portanto acredito que escolhas da vida são feitas em um sentido de "it meant to be", independente das hipóteses.

Pode até parecer uma situação paradoxal entre fé e razão; mas quase como um ato de fé, deve-se seguir um rumo de vida atento as razões das escolhas que o formam. Embora isso seja relativo, assim podemos ter a certeza de que estamos no melhor caminho - ou não: neste caso, urge a mudança.

  1. No eztv