Cuidar-se

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Os 18 anos estão surpreendentemente chegando e preciso ajeitar minha vida de adulta agora, haha. Tomar as providências que a graça da maioridade me permite, mas principalmente, efetivamente crescer e ter postura de adulta mesmo nas mínimas coisas, com pequenas atitudes. A primeira delas é me cuidar bem e, por exemplo, ter uma alimentação de gente decente, haha. Uma outra atitude já estava em andamento: Cuidar do meu físico, resolver meus problemas de joelho: me tratar direito e assim, melhorar. E nossa, melhorar é tão bom!!! Finalmente meu joelho não é mais uma fonte de má notícias e está realmente bem, ao ponto que, ainda que com certos requisitos (uma faixa maravilhosa que faz milagres em deixar meu pé, por exemplo, no lugar certo que nunca esteve - reto e totalmente apoiado no chão, haha), já posso fazer minhas atividades físicas que adoro, como o Power Jump.

Chego a conclusão, então, que se cuidar é também se realizar. E é isso que almejo para minha vida (adulta :) adiante!

A natureza da vida

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Acho incrível analisar a fantástica natureza da vida, o sublime nascer de um indivíduo, seu crescimento, os aprendizados e a inserção cultural no mundo, seu desenvolvimento com as experiências... São tão sublimes essas transformações (até mesmo no quesito físico) da vida. E envelhecer... Triste é perceber a vida se esvaindo de uma pessoa e observar seus momentos finais. Mas esse é o ciclo da natureza, tão misteriosamente singelo quanto fascinante.

Perseverança

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Hoje gostaria de divagar sobre um aspecto que percebi que preciso trabalhar mais em minha vida: A perseverança.

São vários empecilhos emocionais-dramáticos que possuo para não conseguir exercer minha perseverança: A ansiedade e a impaciência são uma combinação terrível, tendo em vista meu anseio de progresso e a concretização em resultados da maneira mais eficaz possível e não ter paciência para lidar com os infortúnios da vida; Tal combinação traz o nervosismo que acaba com qualquer vestígio de perseverança que poderia existir.

Perdão ao uso clichê da metáfora assim, mas me sinto em uma situação onde 'vejo o fim do túnel mas a luz oscila, me fazendo achar que o caminho pode ser perto enquanto talvez ainda possa ser muito longe para se realizar o fim do túnel'. Aí você questiona a velocidade que está andando para chegar lá - e o cansaço vem chegando, claro - até você se questionar qual é a devida importância de se caminhar ao fim do túnel mesmo, sabe? Você já está em local adequado, para que o ideal? Momentaneamente pode até parecer que o melhor é parar, mas o necessário é achar uma maneira de descansar e seguir em frente, sem desistir do objetivo traçado. Uma vez traçado, realize-o. É claro que o melhor é tentar achar o melhor caminho para a realização - e os questionamentos tem seu papel fundamental de nortear tal caminho, e quem sabe guiar para novas direções que possam dar mais certo do que o planejado, mesmo que as expectativas esperadas já não estejam sendo atendidas.

É aí que se insere a perseverança, que ao meu ver serve como em algo maior do que uma simples esperança, e sim algo que é quase um fé - confiar, mesmo com todas as adversidades, que com persistência se consegue o almejado. Só não podemos cair na tentação da desistência.



Muitas vezes, as adversidades que aparecem assumem o caráter de aprimoramento para a meta inicial - o que é bastante positivo, ao mesmo tempo que é complicado de se lidar, porque o perfeccionismo pode ser infinito.

Mas,
Com paciência e perseverança muito se alcança
Gautier

Que assim seja. ;P
Sorte para esses caminhos...

Le Marriage

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Ontem fui a um casamento e isso sempre me faz refletir sobre uma coisa: Acho que sou uma pessoa muito chata para casamento. Minhas regras, ao contrário da normalidade, funcionam na base do "eu não caso, eu não caso assim". ;P

Na verdade, talvez seja um mecanismo meu em contraposição de tanta idealização de casamentos que vejo em várias amigas minhas - que já tem tudo planejado: igreja, vestido, setlist, festa, todos os detalhes... - o que, em suma, para mim, é trabalho e dor de cabeça. Por fim, muitos casamentos acabam no clichê (o que abomino), e não sei dizer se o que vale nessa história toda é o sacramento - que já foi banalizado há muito tempo.

Não sei porque o mundo sonha em casar, pois existem tantas coisas melhores à dois do que o casar. Não deveria ser um ideal, e sim uma leve e natural consequência legal. E de amor, claro.

Por fim, ao meu ver tudo deveria ser baseado nisso - no amor, na felicidade. É apenas essa união que almejo para minha vida.




Amor em pedaços

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É diferente, especialmente para nós mulheres, ver estragos em sentimentos do ponto de vista masculino - já estamos muito acostumadas em ver o amor feminino despedaçado por aí. Costuma-se dizer que esses homens são 'canalhas', mas na verdade, existem muitas mulheres que assumem esse papel também. Acontece que seres humanos mal-amados e complicados existem aos milhares, enquanto a sublime sorte do amor é para poucos.

São essas inúmeras pessoas complicadas que estragam os sentimentos de outras, transformando-as em mais um ser traumatizado no amor e mais uma pessoa complicada para o mundo. Há também aquelas sem consideração pelo amor do outro, como no caso de (500) Days of Summer, e esse é um dos piores tipos para mim. Um outro exemplo disso é Up in the air, onde a personagem de Clooney está prestes a se entregar e mudar toda sua filosofia de vida por uma mulher - só para se decepcionar esplendorosamente.

É... apaixonar-se e amar era para ser tão simples, entretanto, as pessoas gostam de complicar e estragar tanto isso em suas vidas, não? E assim, existem vários amores sofridos - o que, diga-se de passagem, amor e sofrimento não deveriam coexistir, são amores distorcidos ao meu ver.

Por fim, acho que as pessoas fazem de tudo para não serem felizes ;P (só para ter a graça dramática da vida, haha).

Longa vida

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Meu bisavô é um exemplo de longa vida: Com mais de 95 anos, ainda luta para viver.
E digo 'vovô' porque minha vó tem uma concepção muito interessante sobre essas denominações - não gosta de ser chamada de vovó porque seria velha demais, ou seja: duas sílabas significam ser avó de mais gerações ;P

Medo de envelhecer, ao contraponto que viver tanto também pode ser medo de morrer.

Meu vovô viveu muito e até pouco tempo estava em ótimo estado para idade dele, completamente lúcido e com muitas histórias para contar. Entretanto, o que ele tinha para viver ele já viveu - e, querendo ou não, a hora de partir chega para todos. Espero que seja de forma pacífica para ele, ao menos. Considero que o importante é ter em mente que cuidamos dele e prezamos para que ele esteja bem - ao contrário de muita hipocrisia da família que, na hora da morte, bate a consciência pesada. Família, família... sempre algo complicado.

Mas então, só sei que longevidade para mim deve ser o tempo suficiente para eu concretizar minhas realizações - nada mais e nada menos do que isso. Tudo há um limite e um equilíbrio, especialmente em termos de vida: viver é um privilégio mas chega uma hora que pode se tornar um fardo - e não quero que essa hora chegue.

Também não quero que viver seja sinônimo de sofrer, enterrar todos antes de mim... Ah não! Quero uma boa vida ativa onde possa categoricamente dizer 'eu vivo' e uma aposentadoria em que eu possa ter a paz de espírito para dizer 'eu vivi'. E assim tudo estará bem: uma vida que valeu a pena viver.

Infortúnios da Vida

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Se alguma coisa pode dar errado, com certeza dará.

Acho que o problema acerca das considerações da Lei de Murphy é justamente nossa perspectiva sobre os eventos que ocorrem - é difícil, para uma pessoa como eu, que espera que tudo dê certo, saber lidar com os infortúnios da vida. Em um post passado, já havia falado sobre como devemos fazer as coisas darem certo ao invés de ficar a mercê da sorte - que muitas vezes não gosta de contribuir. Ainda sim, algumas coisas estão além do nosso controle e com frequência não gostam mesmo de dar certo... hahaha. Dessa maneira, precisamos desconsiderar essa visão das coisas 'darem certo' ou nos conformar com o que não deu errado ainda ;P .

Acho que deveríamos ser gratos pelas compensações que existem - muitos pequeninos infortúnios podem acontecer, mas se aquele fato principal der certo...

E afinal, tantas coisas mínimas deveriam ser valorizadas na vida...

Minha última leitura relata isso, em "O deus das Pequenas Coisas", as pequenas coisas são o que nos ligam ao Amor, à Loucura, à Esperança, à Infinita Alegria. ;)

ps. só para ficar registrado, reporto as dores de cabeça que o meu laptop temperamental gosta de me dar de vez em quando ;)

Privilégio Musical

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Esse final de semana tive a oportunidade de vivenciar uma das grandes maravilhas da vida: O apreço pela música - em um local tão bem projetado para isso. Estive na Sala São Paulo, um espaço deslumbrante feito para a Música. E me dei conta de quão privilegiada sou por ter uma experiência musical e cultural tão bela, em companhia do meu amado.

Assisti uma apresentação da OSESP, com um pianista convidado formidável. E ainda aproveitei para comprar um ótimo livro sobre música, "A música desperta o tempo", devo fazer algumas considerações posteriores acerca dos assuntos abordados nele.



Metas de vida

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Será que eu já comentei aqui no blog sobre as coisas que quero conquistar até o fim da minha vida? Além daquele lindo piano Steinway?
  1. Uma casa bastante bonita em um local bem pacífico e maravilhoso :)
  2. Um observatório de astronomia onde eu possa praticar minha paixão amadora ;P
  3. Um belo espaço onde eu possa montar um ateliê de pintura;
  4. Uma biblioteca incrível ;D
  5. Aprender a tocar Harpa;
  6. Escrever livros por hobbie.
É, poderia dizer que seria uma pessoa realizada assim - com mais algumas outras coisas preciosas em minha vida.

São sonhos históricos que motivam minha jornada e fazem a vida ser em prol de metas de felicidade.

É claro que as metas acima são um pouco mais concretas - porque poderia dizer que outras seriam mais subjetivas como 'ser culta, viajada, sem ter que preocupar com dinheiro...'. De qualquer forma, mantenho um tópico no meu 43things sobre isso, até preciso de atualizá-lo:

I alredy did 10 main rules to my life and the list of things that I want to accomplish 'til I die . Now, I only have to list more 50 points. ;P

Montesquieu e o impressionismo

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O materialismo histórico e a dialética sutil de Montesquieu nas relações direito/costumes logo surgem em pena de seus leitores mais aguçados, como se o Espírito tivesse sido um programa impressionista, pintado com anotações rápidas - das quais a mais elaborada foi certamente a teoria dos governos -, de que toda mentalidade sociológica deveria tirar, pincelada por pincelada, a matéria fecunda de explorações infinitas.

Fim de férias e volta à rotina

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Bem, as férias terminaram e nem parece - três meses passaram de maneira tão sutil...

Apesar de voltar a uma rotina um pouco atribulada, não é tão difícil lidar com isso quando ela é um tanto agradável, lidando com as coisas que se gosta - e assim, mesmo com pesares inevitáveis, equilibra-se uma boa rotina.

Por mais que eu não tenha tempo livre para o blog (pelos estudos ou pela internet ultimamente problemática), hei de sentir falta de poder escrever plenamente aqui. Mas prometo, ainda sim, que tentarei cuidar do blog - para que isso seja um dos pontos que deixe minha rotina mais aprazível ;)

ps. mas olha que coisa boa, mesmo sendo que as férias terminaram, viajo agora para fazer um pequenino passeio de alegria e amor :)