Liberté

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Liberté Egalité Fraternité à Berre l'Étang
Je pense plutot qu'être libre, ce n’est pas pouvoir faire ce que l’on veut, mais c’est vouloir ce que l’on peut.

-- Jean-Paul Sartre

Dos princípios basilares da Revolução Francesa - que repercutem tão profundamente no nosso mundo contemporâneo - em constante reflexão:

A liberdade, um anseio intrínseco do homem, é tão complexa que se torna difícil concebermos de forma plena. Considero a frase de Sartre muito interessante, pois impõe os limites da consciência no equilíbrio de querer e poder, no âmbito individual e coletivo. O Direito adora tratar dessas questões, pois afinal, está no cerne da autonomia privada perante o contexto social. E assim, tentamos estabelecemos "limites" necessários: Liberdade e repreensões, liberdade e sanções¹, liberdade e condenações... Mas até que ponto tais ações podem realmente refletir a plenitude do respeito a liberdade individual de cada um, ao mesmo tempo que este possa se sentir compelido a obedecer uma ordem em sociedade? Acredito que fomentar a consciência do compromisso é algo muito mais eficiente do que a mera coação, construir confiança é muito mais do que apenas condenar. E liberdade pressupõe responsabilidade.

Acho incrível como enfrentamos essas questões em todos os planos da vida: Desde a educação de uma criança até as leis internas para todos os cidadãos, e isso em amplitudes crescentes, como a diplomacia da comunidade internacional.