O outro em nós mesmos

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Continuando os relatos das alegrias do dia: Eis que "Being Erica", uma das minhas séries favoritas, voltou!!! :)

Como já contei por aqui, a série demonstra vida cotidiana de uma mulher como qualquer outra, cheia de problemas e dramas :P , mas que tem um tipo curioso de terapia para aprender a lidar e crescer com as experiências vividas. Acredito que essa reflexão é imprescindível para a maturidade de vida, bem como estar aberto a compartilhar e dialogar é essencial para alguém se se expressar melhor para o mundo. A psicoterapia, como mostra na série, é um bom espaço para isso - contudo, suscitaram uma ideia muito interessante na première de hoje "You are your doctor and your own patient". Essa ideia é baseada de que devemos reconhecer o liame que há entre todos nós e a essência humana presente em casa um. A partir disso, podemos criar uma identidade basilar para encontrar o outro em nós mesmos. É a máxima da isonomia e o princípio da igualdade para a sociedade:
You look to other person and say "That's not like me, I could never be like that". That person is... the other. Not deserving of your attention and so on, you shut down yourself. It is how it begins, how people turn off each other. It starts so simply: I'm not you. I'm nothing like you. And it is, each time, a lie. Because underneath all these layers, the fear, the protection, we are at our core the same: We have the same needs, we care with us the same capacity for good and evil. You are every patient that you will ever have and every person that you will ever meet. Until you acknowledge that, you will never be able to recognize someone the same as you.