La Liberté guidant le peuple

+ Ver comentários
Paris Roundabout Centers #1: Marianne at Place Republique
Marianne est la figure allégorique de la République française. Sous l’apparence d’une femme coiffée d’un bonnet phrygien, Marianne incarne la République française et représente par là-même les valeurs républicaines françaises contenues dans la devise : « Liberté, Égalité, Fraternité ».

Considero essa simbologia deveras interessante para representar o ideal francês. E no atual contexto de transformações Oriente Médio, acredito que a reflexão soberania popular é intrínseca a essa situação, a qual deve-se observar a essência do ideal La Liberté guidant le peuple. Além disso, foi aberta a "caixa de Pandora" e, agora, só o futuro dirá quais serão os rumos aos novos dirigentes de Trípoli. A tomada de poder é o primeiro passo de uma revolução - a parte mais difícil é o restabelecimento de uma ordem que possa proporcionar, na plenitude dos ideais, a realização dos novos anseios. É um teste de qualidade e ética para as lideranças conseguirem estabilizar - e realizar - um novo projeto para a sociedade. Sendo assim, reitero o que havia dito em alguns escritos anteriores:

Existe um assunto que sempre foi muito sensível para mim, quando penso nas situações de instabilidade sócio-política. Existe um limiar muito tênue entre ordem e caos; conservadorismo e revolução. Revolução não é configurada apenas pela simples troca de ordem, mas pela transformação de todas as bases. Para isso acontecer é inevitável o caos, a violência, o sangue. Mas qual é o limite? Sempre indaguei isso a Robespierre. Como fazer a transição ideal?

Assisti ao filme Danton que mostra uma perspectiva muito interessante para essa minha indagação. Um Robespierre cansado e desmotivado depois de tantas lutas e distorções. Esse estado de espírito é bem descrito pelo questionamento J'ai l'espoir?, que representa a falta de esperança, o medo e o sinônimo de desespero. Em inglês, o trecho referente é:

- lt seems to me... that all l've believed in, all l've lived for, has collapsed for ever. l don't understand. The Revolution... lt's taken a wrong turning.
- How can you say that?
- l don't know what l'm saying.
- You see now that a dictatorship, has become a necessity.
- The nation can't govern itself. Therefore, is Democracy only an illusion?
- l'm crazy.
- No, just desperate.

Por fim, o ideal não deixa de ser muito bonito - e admirável:

Article 1er
Les hommes naissent et demeurent libres et égaux en droits. Les distinctions sociales ne peuvent être fondées que sur l'utilité commune.
Article 2
Le but de toute association politique est la conservation des droits naturels et imprescriptibles de l'Homme. Ces droits sont la liberté, la propriété, la sûreté, et la résistance à l'oppression.
Article 3
Nul corps, nul individu ne peut exercer d'autorité qui n'en émane expressément.
Article 4
La liberté consiste à pouvoir faire tout ce qui ne nuit pas à autrui: ainsi, l'exercice des droits naturels de chaque homme n'a de bornes que celles qui assurent aux autres Membres de la Société la jouissance de ces mêmes droits. Ces bornes ne peuvent être déterminées que par la Loi.
Article 5
La Loi n'a le droit de défendre que les actions nuisibles à la Société. Tout ce qui n'est pas défendu par la Loi ne peut être empêché, et nul ne peut être contraint à faire ce qu'elle n'ordonne pas.
Article 6
La Loi est l'expression de la volonté générale. Tous les Citoyens ont droit de concourir personnellement, ou par leurs Représentants, à sa formation. Elle doit être la même pour tous, soit qu'elle protège, soit qu'elle punisse. Tous les Citoyens étant égaux à ses yeux sont également admissibles à toutes dignités, places et emplois publics, selon leur capacité, et sans autre distinction que celle de leurs vertus et de leurs talents.
La liberté guidant le peuple
La Liberté guidant le peuple

Soneto XVII

+ Ver comentários

No te amo como si fueras rosa de sal, topacio
o flecha de claveles que propagan el fuego:
te amo como se aman ciertas cosas oscuras,
secretamente, entre la sombra y el alma.

Te amo como la planta que no florece y lleva
dentro de sí, escondida, la luz de aquellas flores,
y gracias a tu amor vive oscuro en mi cuerpo
el apretado aroma que ascendió de la tierra.

Te amo sin saber cómo, ni cuándo, ni de dónde,
te amo directamente sin problemas ni orgullo:
así te amo porque no sé amar de otra manera,

sino así de este modo en que no soy ni eres,
tan cerca que tu mano sobre mi pecho es mía,
tan cerca que se cierran tus ojos con mi sueño.

Pablo Neruda

Processo criativo

+ Ver comentários

Sempre que leio essa frase lembro de quão não-organizada eu sou, em especial, no campo das ideias. Não necessariamente isso corresponde ao nível de criatividade páreo! O que importa é que a essência da frase concerne ao formato do processo criativo: Simplesmente não tem como ser plano e linear. Nesse mesmo sentido, entendo que a compreensão de qualquer complexidade funciona de acordo com esse pressuposto, refletindo a assimilação complexa inevitavelmente com uma expressão "relativamente" bagunçada - visto que, ainda sim, devemos tentar ter uma "bagunça-organizada"! :P

Coisas entre amigas!

+ Ver comentários

Vi essa imagem que representa alguns singelos e alegres instantes para meninas e a primeira coisa que posso lembrar é das minhas amigas queridas! Em especial, à Elizinha - que partiu de novo para um semestre de estudos longe daqui! Espero que seja feliz e próspero! Assim, um poema bonito para concluir a ideia:

Recado aos Amigos Distantes

Meus companheiros amados,
não vos espero nem chamo:
porque vou para outros lados.
Mas é certo que vos amo.

Nem sempre os que estão mais perto
fazem melhor companhia.
Mesmo com sol encoberto,
todos sabem quando é dia.

Por mais que longe pareça,
ides na minha lembrança,
ides na minha cabeça,
valeis a minha Esperança.
Cecília Meireles, in 'Poemas (1951)'

Gula literária

+ Ver comentários

quote from Borges

Gula literária é o termo que inventei para representar a vontade de ter mais livros do que realmente posso - considerando as circunstâncias de espaço, tempo e disponibilidade financeira :P

Livros demais? Estou precisando de umas prateleiras flutuantes por aqui no meu apartamento...



Para limitar a gula, estabeleci que em momentos acadêmicos devo conter-me perante a iminente necessidade e a possibilidade de efetivamente ler os livros.

O que é difícil de levar em consideração quando vejo promoções exponenciais de livros maravilhosos, diga-se passagem esse box (aceito de presente, ainda sim! :)

Ademais, não podemos restringir o nosso potencial de leitura: por isso sempre podemos ler mais um livro e sempre daremos um jeito de encontrar mais espaço! Nem que seja no estilo de organização rotativo de revesar os livros que estou utilizando e aqueles que estão em pilhas :P


Gostaria de fazer uma última observação: É uma tristeza ter as bibliotecas públicas das universidades, fonte de estudo e conhecimento, paradas e fechadas...

A imperfeição como fonte do ideal

+ Ver comentários

Conceitos de Perfeição

Nasce o ideal da nossa consciência da imperfeição da vida. Tantos, portanto, serão os ideais possíveis, quantos forem os modos por que é possível ter a vida por imperfeita. A cada modo de a ter por imperfeita corresponderá, por contraste e semelhança, um conceito de perfeição. É a esse conceito de perfeição que se dá o nome de ideal. Por muitas que pareça que devem ser as maneiras por que se pode ter a vida por imperfeita, elas são, fundamentalmente, apenas três. Com efeito, há só três conceitos possíveis de imperfeição, e, portanto, da perfeição que se lhe opõe.

Podemos ter qualquer coisa por imperfeita simplesmente por ela ser imperfeita; é a imperfeição que imputamos a um artefato mal fabricado. Podemos, por contra, tê-la por imperfeita porque a imperfeição resida, não na realização, senão na essência. Será quantitativa ou qualitativa a diferença entre a essência dessa coisa imperfeita e a essência do que consideramos perfeição; quantitativa como se disséssemos da noite, comparando-a ao dia, que é imperfeita porque é menos clara; qualitativa como se, no mesmo caso, disséssemos que a noite é imperfeita porque é o contrário do dia. Pelo primeiro destes critérios, aplicando-o ao conjunto da vida, tê-la-emos por imperfeita por nos parecer que falece naquilo mesmo por que se define, naquilo mesmo que parece que deveria ser. Assim, todo o corpo é imperfeito porque não é um corpo perfeito; toda a vida vida imperfeita porque, durando, não dura sempre; todo o prazer imperfeito porque o envelhece o cansaço; toda a compreensão imperfeita porque, quanto mais se expande, em maiores fronteiras confina com o incompreensível que a cerca. Quem sente desta maneira a imperfeição da vida, quem assim a compara com ela própria, tendo-a por infiel à sua própria natureza, força é que sinta como ideal um conceito de perfeição que se apoie na mesma vida. Este ideal de perfeição é o ideal helênico, ou o que pode assim designar-se, por terem sido os gregos antigos quem mais distintivamente o teve, quem, em verdade, o formou, de quem, por certo, ele foi herdado pelas civilizações posteriores.

Pelo segundo destes critérios teremos a vida por imperfeita por uma deficiência quantitativa da sua essência, ou, em outras palavras, por a considerarmos inferior - inferior a qualquer coisa, ou a qualquer princípio, em o qual, em relação a ela, resida a superioridade. É esta inferioridade essencial que, neste critério, dá às coisas a imperfeição que elas mostram. Porque é vil e terreno, o corpo morre; não dura o prazer, porque é do corpo, e por isso vil, e a essência do que é vil é não poder durar; desaparece a juventude porque é um episódio desta vida passageira; murcha a beleza que vemos porque cresce na haste temporal. Só Deus, e a alma, que ele criou e se lhe assemelha, são a perfeição e a verdadeira vida. Este é o ideal que poderemos chamar cristão, não só porque é o cristianismo a religião que mais perfeitamente o definiu, mas também porque é aquela que mais perfeitamente o definiu para nós.

Pelo último dos mesmos critérios teremos a vida por imperfeita por a julgarmos consubstanciada com a imperfeição, isto é, não existente, porque a não existência, sendo a negação suprema, é a absoluta imperfeição. Teremos a vida por ilusória; não já imperfeita, como para os gregos, por não ser perfeita; não já imperfeita, como para os cristãos, por ser vil e material; senão imperfeita por não existir, por ser mera aparência, absolutamente aparência, vil portanto, se vil, não tanto com a vileza do que é vil, quanto com a vileza do que é falso. É deste conceito de imperfeição que nasce aquela forma de ideal que nos é mais familiarmente conhecida no budismo, embora as suas manifestações houvessem surgido na Índia muito antes daquele sistema místico, filhos ambos, ele como elas, do mesmo substrato metafísico. É certo que este ideal aparece, com formas e aplicações diversas, nos espiritualistas simbólicos, ou ocultistas, de quase todas as confissões. Como, porém, foi na Índia que as manifestações formais dele distintivamente apareceram, podemos ser imprecisos, porém não seremos inexatos, se dermos a este ideal, por conveniência, o nome de 'ideal índio'.

Fernando Pessoa, in 'Textos de Crítica e de Intervenção'

Arte

+ Ver comentários

  1. Toda a arte se baseia na sensibilidade, e essencialmente na sensibilidade.
  2. A sensibilidade é pessoal e intransmissível.
  3. Para se transmitir a outrem o que sentimos, e é isso que na arte buscamos fazer, temos que decompor a sensação, rejeitando nela o que é puramente pessoal, aproveitando nela o que, sem deixar de ser individual, é todavia suscetível de generalidade, portanto, compreensível, não direi já pela inteligência, mas ao menos pela sensibilidade dos outros.
  4. Este trabalho intelectual tem dois tempos:
    1. a intelectualização direta e instintiva da sensibilidade, pela qual ela se converte em transmissível (é isto que vulgarmente se chama "inspiração", quer dizer, o encontrar por instinto as frases e os ritmos que reduzam a sensação à frase intelectual (prim. versão: tirem da sensação o que não pode ser sensível aos outros e ao mesmo tempo, para compensar, reforçam o que lhes pode ser sensível);
    2. a reflexão crítica sobre essa intelectualização, que sujeita o produto artístico elaborado pela "inspiração" a um processo inteiramente objetivo — construção, ou ordem lógica, ou simplesmente conceito de escola ou corrente.
  5. Não há arte intelectual, a não ser, é claro, a arte de raciocinar. Simplesmente, do trabalho de intelectualização, em cuja operação consiste a obra de arte como coisa, não só pensada, mas feita, resultam dois tipos de artista:
    1. o inspirado ou espontâneo, em quem o reflexo crítico é fraco ou nulo, o que não quer dizer nada quanto ao valor da obra;
    2. o reflexivo e crítico, que elabora, por necessidade orgânica, o já elaborado.

Dir-lhe-ei, e estou certo que concordará comigo, que nada há mais raro neste mundo que um artista espontâneo — isto é, um homem que intelectualiza a sua sensibilidade só o bastante para ela ser aceitável pela sensibilidade alheia; que não critica o que faz, que não submete o que faz a um conceito exterior de escola ou de moda, ou de "maneira", não de ser, mas de "dever ser".


O valor essencial da arte está em ela ser o indício da passagem do homem no mundo, o resumo da sua experiência emotiva dele; e, como é pela emoção, e pelo pensamento que a emoção provoca, que o homem mais realmente vive na terra, a sua verdadeira experiência regista-a ele nos fastos das suas emoções e não na crônica do seu pensamento científico, ou nas histórias dos seus regentes e dos seus donos.

Fernando Pessoa, in Carta a Miguel Torga, 1930

Sobre escrever (4)

+ Ver comentários

I'd rather say less and mean more

Bem, a frase acima diz muito de como eu preferia me expressar. Contudo, sinto que para alcançar a completude da ideia que gostaria de transpassar, preciso utilizar todos os recursos linguísticos e mais um pouco - leia-se, portanto, prolixidade. Esse é só um dos problemas daquelas pessoas que acham que o que se escreveu nunca está suficiente; pior são aqueles que sofrem do problema do perfeccionismo e pensam que nunca estará suficientemente bom. Como diz o sábio Neil Gailman: "Just write". A ideal de completude (em especial no sentido de plenitude da qualidade) é utópico - se dependermos disso, nunca ousaríamos a escrever. Além disso, a escrita é apenas um meio por onde se depreende a interpretação do leitor. Esse instrumento, pois, é passível de inúmeros vícios do entendimento: Até porque, nunca conseguimos nos expressar da maneira que gostaríamos, quanto mais escrever com a devida precisão da ideia. Por isso, sempre fico com a leve agonia que existe algo a mais para ser dito, algo para se deixar mais claro... Ao mesmo tempo que sempre poderia se tornar mais simples. Sendo assim, é um grande desafio ter uma ideia e tentar expressá-la da mesma forma como a concebemos. Mas devemos tentar, pois senão, nenhum escrito há de existir.


Esse post segue as meta-reflexões anteriores (I), (II), (III).

Teoria sobre a aleatoriedade dos aviões

+ Ver comentários

Sempre que pego um avião no aeroporto Eurico de Aguiar Salles (VIX), vulgo mini aeroporto de Vitória, fico refletindo sobre a aleatoriedade dos aviões na hora do embarque.

Essa é uma história que geralmente conto para as pessoas que não conhecem o aeroporto daqui e não acreditam que temos chance de colocar essa teoria em prática.

Pois então: Aqui em Vitória, para embarcar, não temos um finger que faça a passagem da sala de embarque até a aeronave - ou seja, temos a oportunidade de caminhar entre os aviões e contemplar o pátio. O detalhe dessa história é que, assim que você sai da sala de embarque, te informam: "Olha, sua aeronave está à esquerda" - mas aí, existem mais dois ou três aviões da mesma companhia aérea que podem ser facilmente confundidos.

Sempre fiquei pensando: E se entrássemos na aeronave errada e só descobríssemos depois? Ou se esse erro fosse intencional, caso esteja apenas com bagagem de mão? Hmmm... Infelizmente as chances disso darem certo são, hoje em dia, bem menores - visto que os voos estão lotados!

Mas e aí, você apostaria na teoria da aleatoriedade para viajar para qualquer lugar? Comentam comigo que a possibilidade que temos aqui é muito mais legal do que escolher o primeiro voo que muda no quadro! :P Acho que o risco e a total imprevisibilidade tornam a oportunidade de entrar em um avião aleatoriamente muito mais interessante! ;)

Mas isso só são divagações teóricas... Em todo o caso, se você pudesse apostar na aleatoriedade como uma maneira de expressar um lugar do mundo que você mais desejaria estar nesse instante, qual poderia ser?

Flight Board

Tolerância e solidariedade

+ Ver comentários
Uma lição que valorizo cada vez mais é a democracia nos pormenores, na própria convivência social. A tolerância e a solidariedade, assim, são dois aspectos essenciais para esse ofício. Infelizmente, andam em falta por aí - e por isso talvez eu seja tão encantada com as singelas virtudes que podemos exercitar e encontrar no mundo. Algo que bem simples, afinal: "Virtue, perhaps, is nothing more than politeness of soul".
Observo em nós apenas uma única coisa que nos pode dar justa razão para nos estimarmos, a saber: o uso do nosso livre-arbítrio e o domínio que temos sobre as nossas vontades. Pois as ações que dependem desse livre-arbítrio são as únicas pelas quais podemos com razão ser louvados ou censurados, e ele torna-nos de alguma forma semelhante a Deus ao fazer-nos senhores de nós mesmos, desde que por cobardia não percamos os direitos que nos dá. Assim, creio que a verdadeira generosidade, que faz um homem estimar-se a si mesmo no mais alto grau em que pode legitimamente estimar-se, consiste somente, por uma parte, em que ele sabe que não há algo que realmente lhe pertença a não ser essa livre disposição das suas vontades, nem por que ele deva ser louvado ou censurado a não ser porque faz bom ou mau uso dela; e, por outra parte, em que ele sente em si mesmo uma firme e constante resolução de fazer bom uso dela, isto é, de nunca deixar de ter vontade para empreender e executar todas as coisas que julgar serem as melhores. Isso é seguir perfeitamente a virtude.

Nota: O latim generosus designa o homem ou animal que é de boa raça. Portanto, «generoso» é antes de tudo aquele que é de raça nobre e, no sentido figurado ou moral, aquele que demonstra grandeza de alma.

René Descartes, in 'As Paixões da Alma'

"A partir do conhecimento, a paz"

+ Ver comentários

A partir do conhecimento, a paz.
Li essa frase recentemente e gosto de pensar no processo de construção da educação e da consciência social como vetores de transformação. A integração do indivíduo e sua relação com o universo; a inserção cidadã em prol da cooperação - demonstram um repensar bem tangível do idealismo Kantiano. Temos uma grande political bridge para construir, onde possamos de fato concretizar a plenitude da expressão "We, the peoples of the world".

Também relaciono essa construção com outra frase que li, numa esfera micro da educação e das pequenas atitudes que fazem diferença:
O que os pais podem fazer? O ideal é que os pais ensinem aos filhos como pensar, em vez de em que pensar. Devem ensiná-los a aceitar o ônus da escolha e a serem tolerantes.