Ativismo social

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Uma passagem interessante acerca de algumas recentes reflexões que estou tendo...
A proposição de Gullar que mais nos interessa é também a principal que a move: quer ele que não bastem à consciência do artista como homem atuante somente em poder criador e inteligência, mas que o mesmo seja um ser social, criado não só de obras mas modificador também de consciências (no sentido amplo, coletivo), que colabore ele nessa revolução transformadora, longa e penosa, mas que algum dia terá atingido o seu fim - que o artista "participe" enfim de sua época, do seu povo. Vem aí a pergunta crítica: Quantos o fazem?