Dos lugares lindos no meu estado

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Esse é um rascunho da época do carnaval: enquanto todos os capixabas fugiam para o Rio, valorizo como nosso estado é repleto de encantos pouco convencionais e conhecidos - poderia juntar uma coletânea infindável de fotos lindas (confiram no flickr!) do que podemos apreciar pelo Espírito Santo. Nada mais justo do que publicar, inicialmente, uma pequena demonstração desse apreço regional antes de começar a relatar os encantos do Velho Mundo! Só porque já estou com saudade de praia!

Cachoeira linda
Desbravando o interior
Parque Paulo César Vinhas
Parque Paulo César Vinhas
Perspectiva única
Praia deserta maravilhosa
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Eu adoro essas fotos e poderia colocar tantas outras mais!!! As últimas, em especial, são em homenagem as Gabis que puderam conhecer um pouquinho do meu estado e confiaram no meu talento para guia turística!!! =)

Melhores filmes

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Um relato sempre em construção - muitos felizes finais de semana de bons filmes!!! Existem muitos melhores filmes que eu ainda não assisti ou muitas resenhas de ótimos filmes do Ebert que eu não li, mas sempre quis fazer uma relação pessoal de filmes. Inspirada pelo ótimo filme que assisti, "Trance", preciso fazer um registro dos melhores filmes que já vi - na verdade, aqueles que me deixaram em êxtase!
  • Her
  • Guardians of the Galaxy
  • Inception
  • Wall-e
  • Cloud Atlas
  • Avangers / Captain America: The Winter Soldier
  • Inglourious Bastards
  • Fight club
  • Batman - The Dark Knight
  • Iron Man
  • Primer
  • The Fog of War
  • American Beauty
  • The Prestige
  • 2001: A Space Odyssey
  • Moon
  • The Fall
  • Apocalypse Now
  • Prometheus
  • Children of Men
  • Pan's labyrinth
  • Lincoln
  • Tropic Thunder
  • Death at a Funeral
  • Eurotrip
  • La piel que habito
  • Alexandria
  • Life of Pi
  • The Great Gatsby
  • Lucy
  • Pulp Fiction
  • Relatos salvajes
Falando nos melhores, também preciso listar os piores:
  • Tinker Tailor Soldier Spy
  • Cloverfield
  • Lady in the water
  • Hush hour III
Ainda vou planejar uma longa lista que inclua a categoria de romances e perplexidade, mas, por enquanto, deixo esses aqui:
  • Before Sunset | Before Sunrise
  • The Foutain
  • The Girl Who Leaped Through Time
  • Black Swan
  • Magnolia
Mais tristes:
  • Grave of the Fireflies
  • Watlz with Bashir

Das dualidades

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Dos rascunhos antigos que estão parados no blog, essa foi uma reflexão (não publicada) muito importante nos últimos tempos para mim:

Contrariar as Contrariedades
Uma das coisas que aprendi é que se deve viver apesar de. Apesar de, se deve comer. Apesar de, se deve amar. Apesar de, se deve morrer. Inclusive muitas vezes é o próprio apesar de que nos empurra para a frente. Foi o apesar de que me deu uma angústia que insatisfeita foi a criadora da minha própria vida.

Clarice Lispector, in 'Uma Aprendizagem ou o Livro dos Prazeres'
Todo mundo é luz e sombra
Todo mundo é paz e guerra
Todo mundo é frio de Inverno
E apogeu da Primavera
Todo mundo é o silêncio
Todo mundo é gritaria
Todo mundo é meia-noite
Todo mundo é meio-dia
Todo mundo é o princípio
Todo mundo é o final

Just a reminder: Google reader

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"Just a reminder:
Reader will not be available after July 1, 2013. Please be sure to back up your data".

Para guardar lembrança do Google Reader de todos os dias! Ainda bem que estarei viajando e não sentirei falta imediata, pelo contrário, imagina o tanto de texto que iria acumular no período de um mês?!


Introspectividade

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Como todos sabem (em especial aqueles que me seguem no twitter!), depois de Doctor Who, a série que eu mais gosto sem sombra de dúvidas é Mad Men. Com um contexto "old-fashioned", tratam de maneira contemporânea os problemas que sempre existiram e permanecem na nossa sociedade. Assim, cada segunda-feira é melhor do que a outra, com um episódio ainda mais inteligente e sutil que o anterior!

Tivemos uma season finale muito significativa - em termos psicológicos ao personagem principal, Don Draper. Hoje fez tudo sentido para mim (inclusive a capa acima da temporada!). Vimos como toda a instrospectividade é destrutiva, mas que esse processo também é passível de transformação. Don, de uma maneira dualista, vive e vende "mentiras", até porque "people tell you who they are, but we ignore it because we want them to be who we want them to be". Conseguir conceber quem de fato você é - com todos os mistérios e complexidades - é uma tarefa para a vida.

Nunca se prive em dizer algo importante; nunca deixe de viver algo que realmente deseja; nunca se feche em si mesmo. Expressar-se é a melhor maneira de conseguir lidar com questões sensíveis, mas eu sou suspeita para dizer: externalizo para poder interiorizar.

Limites?

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Eu gosto tanto dessa reflexão!

For Tolstoy, wisdom consists in the ability “to grasp what human will and human reason can do, and what they cannot.” The only way to find those limits is to struggle against them, but gently, with the goal of finding and accepting them. You can’t think your way to the limits. You have to feel your way, learning through experience and suffering. And there is a risk in experimenting with what will and will not work in life, which is that it might not work. You might move to New York to pursue your dreams or end up with no career to speak of. You might think you can wait to find the perfect spouse, but wait too long, and end up alone. You might think you can have that affair and still have the love of both—but you may be mistaken about what’s possible, and lose everything.

There’s a deep conservatism to this way of thinking. It’s fatalistic, in an off-putting way, since it suggests that the limits of what’s possible are just not knowable in advance, and that experience and tradition are probably our best guides.

Um protesto com muitos protestos

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O Brasil encontra-se em um contexto peculiar na presente data: compartilha um sentimento difuso de contestação, com uma pluralidade de movimentos originados pelo protesto paulista acerca do valor da passagem do transporte público. Não sei se podemos dizer que a proporção do movimento tornou contornos em solidariedade à repressão do pleito inicial, mas justamente por termos a certeza que não é "apenas por 20 centavos", cada ativista concebe que pode ser sobre tudo e mais um pouco. A única coisa que podemos afirmar, no momento, é a seguinte:

O que não sei:
Este é o tópico decisivo. (...) Ou seja, não sei o que esse movimento, em sua heterogeneidade, está inventando e nos está dizendo, e está dizendo a si mesmo, ao constituir-se.

Desde os dignos clamores por batata frita no RU ao "passe livre", a população encontrou nas ruas (e no facebook, diga-se de passagem) um divã. De pessoas descobrindo que podem se expressar politicamente ou divagar sobre suas inquietudes (não é à toa que eu tenho um blog, afinal ;P), cada um possui uma pauta individual, formando um protesto de muitos protestos. Mas ficam questões a serem desenvolvidas e testadas na prática: é possível conceber uma pauta coletiva defendida por todos? Será que o engajamento de cidadãos (e considere que esse termo possui um sentido bem profundo de consciência política) pode constituir uma real ideia de coletividade? É possível transformar de forma imediata paradigmas arcaicos acerca do nosso sistema repleto coisas mal resolvidas? Será que o povo irá se dar conta que faz parte do Estado e nós que concebemos os parâmetros da nossa realidade? Estaríamos dispostos a nos transformarmos e construirmos uma nova perspectiva política, ou vamos preferir jogar a culpa em determinado dirigente ou partido político? Vamos assumir nossas responsabilidades políticas e clamar não apenas por direitos, mas pelo cumprimento de nossos deveres? Iremos nos restringir às demandas conservadoras da classe média que veem a ditadura legislativa como solução ou saberemos utilizar o nosso poder político? Como cidadãos integrantes do Estado, nos daremos conta do verdadeiro conceito de bem público? Ou seja, quem disse que democracia era para ser fácil?! ;)

Aspectos imprescindíveis

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Felicidade, para mim, consiste em quatros aspectos: (i) Ver a felicidade no outro - não há nada melhor do que compartilhar alegrias com quem você ama ou poder fazer alguém feliz; (ii) Concretizar - e sentir, de verdade - algo que transcende palavras, como em "Enjoy the Silence", do Depeche Mode: "All I ever wanted/ All I ever needed/ is here in my arms/ Words are very unnecessary"; é por isso que insisto em acreditar na plenitude mesmo diante da essência humana de nunca estar satisfeita; (iii) Paz de espírito. Apreciar como o mundo é singelo e como cada instante tem seu valor! (iv) Realizar sonhos, afinal, o que mais podemos pedir da vida?! ;)